2012 foi “um ano médio” para o Palácio Estoril

O director-geral do Palácio Estoril Hotel, Golf & Spa. Francisco Corrêa de Barros, revelou quinta-feira que 2012 “foi um ano médio” para esta unidade de cinco estrelas , no Estoril, o que se deveu essencialmente às quebras apresentadas pelos mercados português e espanhol, que, em conjunto, representam 25 a 30% das reservas do hotel. “2012 não foi um ano bom, não foi de todo, foi um ano médio, diria até que para o fraco, tudo porque dois mercados principais falharam, que são os nossos dois melhores mercados, o português e o espanhol”, disse o responsável ao Turisver.com, à margem do showcase para o trade que o hotel promoveu na quinta-feira. Segundo Francisco Corrêa de Barros, no caso do mercado espanhol, a descida chegou aos 14%, essencialmente ao nível do turismo de negócios, enquanto a quebra do mercado nacional é mais preocupante, uma vez que chegou quase aos 30%. “Estes dois mercados, que são responsáveis por 25 a 30% das nossas reservas, falharam”, sublinhou o director do Palácio Estoril, referindo, no entanto, que a nível dos restantes mercados internacionais as notícias até foram positivas. “Todos os outros mercados subiram, como França, EUA, Alemanha, Reino Unido e Dinamarca”, afirmou Francisco Corrêa de Barros, acrescentando que se Espanha e Portugal “não tivessem falhado teria sido um ano melhor”. Ainda assim, o responsável considera que “2013 vai ser um ano melhor”, até porque as reservas “on the books” estão já acima do que estavam em igual período do ano passado e porque se espera que outros mercados consigam compensar as quebras de portugueses e espanhóis. “Para 2013, as nossas perspectivas são melhores, isto é, comparando com o ano passado, temos mais reservas “on the books” já confirmadas e por isso parece que, para nós, 2013 vai ser um ano melhor”, disse o director do Palácio Estoril, apontando a Rússia como exemplo de outros mercados que deverão subir em 2013, enquanto o comportamento dos mercados norte-americano e britânico deverá depender da força do euro. I.M.