Amarante quer ser “destino a não perder no Norte de Portugal”

“O destino a não perder no norte de Portugal”. É assim que Amarante pretende ser reconhecida nacional e internacionalmente de acordo com o seu Plano Estratégico e de Marketing para o Turismo (PEMTA), que acaba de ser apresentado publicamente.

Mais de 151 mil dormidas, contra 50 mil em 2016; 49% de ocupação por quarto (em 2016 era 36%); 39€ de Receita por Quarto Disponível (em 2016 era 24 €) e 37% de taxa de sazonalidade (em 2016 era 43%) – são as metas definidas para 2022.

O presidente do município, José Luís Gaspar afirmou na sua intervenção, conforme site da Câmara Municipal, que “este plano desafia os operadores a tornarem-se cada vez melhores na arte de bem receber e na inovação e criatividade das experiências que proporcionam”, ao mesmo tempo que “desafia os investidores a verem em Amarante todo o seu potencial como destino de natureza, de história e de cultura”.

Para o autarca “é tempo de Amarante cumprir o seu destino, e de cada um de nós fazer o seu papel neste percurso” o que mostra que a aposta no turismo é, indiscutivelmente, uma “acção colectiva”.

Melchior Moreira, presidente da Entidade Regional do Turismo do Porto e Norte de Portugal, que esteve presente na sessão, realçou que “é fundamental que os municípios assumam estas estratégias, em consonância com o plano nacional delineado para o Turismo.”

O PEMTA é promovido pela autarquia em colaboração com o IPDT – Instituto de Planeamento e Desenvolvimento do Turismo – e visa guiar o desenvolvimento do turismo para o período 2018-2022. Tendo o Plano como ponto de partida, Amarante quer dar-se a conhecer como “Terra de Amadeo de Souza Cardoso e de São Gonçalo, situada entre o Porto e o Douro, Cidade Criativa da UNESCO, onde a cultura se funde com a natureza, onde se vive intensamente a música, as artes plásticas, os monumentos históricos, a serra e o rio”.