ARAC faz balanço “muito positivo” da 1ª Convenção

Pelo número de participantes, pelo interesse da plateia e pelas perspectivas de diálogo que se abriram com a Secretaria de Estado do Turismo no sentido da desburocratização do sector, a ARAC faz um balanço muito positivo da sua 1ª Convenção, realizada na passada sexta-feira, na Penha Longa.

A 1ª Convenção da ARAC – Associação do Rent-a-Car reuniu sexta-feira na Penha Longa, uma plateia de “260 pessoas, sem contar com os oradores” o que, para o secretário-geral desta entidade, Joaquim Robalo de Almeida, foi um “número muito interessante” porque “não nos podemos esquecer que somos uma associação com 120 sócios”. A Convenção cumpriu os objectivos propostos pela Associação, superou-os mesmo, tanto que a ARAC promete a realização da segunda edição para Janeiro de 2018.

Analisar o presente e perspectivar o futuro era o desafio da Convenção que colocou a tónica nas oportunidades do digital, na transparência das relações com o cliente, na desburocratização de procedimentos e na evolução do rent-a-car para um conceito de mobilidade.

Em conversa com o Turisver.com, Joaquim Robalo de Almeida sublinhou aquele que considera ser um dos problemas do rent-a-car em Portugal: a excessiva burocracia nos procedimentos contratuais do aluguer de viaturas. O tema foi abordado na Convenção e a ARAC viu com agrado a abertura da secretária de Estado do Turismo para, em conjunto, trabalharem no sentido de uma maior simplificação de procedimentos, trabalho esse que deverá começar muito em breve, como avançou ao Turisver.com, Robalo de Almeida.

“Da parte da secretária de Estado do Turismo e do secretário de Estado do Ambiente, que são as nossas duas tutelas, as nossas pretensões foram muito bem acolhidas”, nomeadamente “a desmaterialização dos contratos de aluguer para que alugar um carro seja algo tão simples como reservar um bilhete de avião”. Robalo de Almeida assegura no entanto que “com isto não queremos diminuir as garantias do clientes, pelo contrário, pretendemos até que que os procedimentos contratuais sejam cada vez mais claros”, em concordância até com o Código de Boas Práticas do Rent-a-Car que vai em breve ser instituído a nível europeu em que “a ARAC vai estar no pelotão da frente”, garantiu o responsável.

O que também satisfez a ARAC foram as declarações do presidente do Turismo de Portugal, que foi à Convenção afirmar o seu desejo de que o rent-a-car seja o motor de exploração do nosso país, contribuindo para descentralizar a procura turística.

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