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  19 de Maio de 2013 
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AHRESP: acção do governo do turismo foi “a possível” mas aumento do IVA foi “catástrofe”

Embora reconhecendo que a acção do governo na área do turismo foi, durante este primeiro ano, “a possível” tendo em conta o facto de Portugal ser um país intervencionado pela troika, a AHRESP não deixa de classificar como catastróficas as medidas directamente relacionadas com a sua actividade, nomeadamente no que concerne à política fiscal.
Sobre medidas que afectam directamente a actividade, a Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) sublinha “a catástrofe que foi o aumento do IVA nos serviços de restauração e bebidas, afectando toda a cadeia da oferta turística”. E sublinha a “brutalidade do aumento: 77%”.
Embora a taxa de IVA sobre o alojamento se tenha mantido “a hotelaria ficou com um IVA médio de 14,5%” por via do aumento do IVA na restauração: “muita hotelaria nossa tem 50% ou mais de receitas na área da restauração e bebidas” a que acresce “o aluguer de salas e os Spas com 23%”, bem como os custos de contexto, cada vez mais elevados, explica a AHRESP
Referindo-se à “dificuldade que o governo tem tido de ajudar o produto turístico a ser competitivo”, a AHRESP afirma que “urge começar a encontrar novas soluções criativas, em todas as frentes, passar de palavras a acções”: “a diplomacia económica tem que ser posta no terreno” e o “choque fiscal preconizado pela troika, tem que ser posto a funcionar, sob risco de as empresas mais competitivas do turismo serem gravemente afectadas”.
Leia mais na edição de 5 de Julho da revista Turisver, em que a secretária de Estado do Turismo e as associações empresariais do turismo fazem o balanço da acção governativa no sector durante o primeiro ano de governo.
M.F.

06/07/2012

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