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Aviação + Queda do tráfego aéreo dá “guerra” em Espanha
As quebras no mercado aéreo espanhol estão a provocar uma “guerra” entre várias companhias entre as quais se conta a Ryanair, o grupo Ibéria que também conta com uma companhia de voos de baixo custo, a Ibéria Express, a EasyJet, a Air Berlín e a Air Europa.
O encolher da procura motivada pela situação económica que Espanha vive, a que se junta a subida dos custos de combustível e das taxas aéreas, a que se soma o aparecimento da Ibéria Express, filial de vos de baixo custo da Iberia, para disputar um mercado que encolhe a cada dia, está a deixar a Ryanair, companhia que lidera o mercado em número de passageiros transportados, na mira do regulador, dos pilotos e dos próprios passageiros, dado que a companhia é acusada de práticas pouco ortodoxas na aviação civil.
A Ryanair tem estado em todos os meios de comunicação espanhóis este Verão por vários incidentes. Alarmante foi a notícia da semana passada que dava conta que três aviões da companhia tiveram que ser autorizados a efectuar aterragens de emergência no aeroporto de Valência. Os aviões tinham sido desviados do aeroporto de Barajas devido ao mau tempo e tiveram de lançar um aviso de falta de combustível. Segundo a imprensa espanhola o Ministério do Fomento está a analisar se a Ryanair opera com os seus aviões abaixo do mínimo de combustível exigido.
Em conferência de imprensa o presidente de Ryanair, Michael O'Leary, contraria as criticas sobre a poupança de combustível, que tem gerado dúvidas sobre a segurança dos aviões, e assegura que a companhia opera "como todas as companhia aéreas europeias" classificando o ocorrido em Valência como uma situação "excepcional".
24/08/2012
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