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  18 de Maio de 2013 
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Três estrelas destacam-se na hotelaria lisboeta em Julho

Os hotéis de três estrelas foram os que registaram melhor performance na hotelaria da cidade de Lisboa no passado mês de Julho, afirmando-se como a única a apresentar subidas na ocupação e no RevPar. Já o preço médio desceu em todas as categorias, três estrelas incluídos, de acordo com o Observatório do Turismo de Lisboa.
No passado mês de Julho, a hotelaria da cidade de Lisboa registou uma ocupação média global de 71,75%, resultado praticamente idêntico ao de igual mês de 2011, quando a hotelaria lisboeta apresentava uma ocupação de 71,82%. Mas foi no preço médio e no RevPar que se registaram maiores descidas, com o preço médio por quarto vendido a cair 5,3%, para 66,37 euros, enquanto o RevPar desceu 5,4%, para 47,61%.
As quebras estenderam-se a praticamente todas as categorias, com os três estrelas a destacarem-se por apresentarem os melhores resultados, nomeadamente na ocupação média, que foi de 84,91%, 4,8% acima de Julho de 2011. Já a ocupação dos quatro estrelas desceu 1,7%, para 72,85%, enquanto a dos cinco estrelas ficou-se pelos 59,41%, 0,4% abaixo de igual mês do ano passado.
No preço médio por quarto vendido, as quebras foram comuns a todas as categorias, com os três estrelas a perderem 2,1%, para 48,96 euros, enquanto nos quatro estrelas a quebra foi de 4,5%, para 57,34 euros. Mas foram os cinco estrelas que apresentaram a maior descida neste indicador, registando um decréscimo de 7,1% no preço médio, para 110,26 euros.
No RevPar, o destaque volta a recair sobre os três estrelas, os únicos que conseguiram crescimento, subindo 2,6%, para 41,57 euros, enquanto os quatro e os cinco estrelas perderam 6,2% e 7,4%, para 41,77 e 65,50 euros, respectivamente.
No acumulado dos sete primeiros meses do ano o cenário não é muito diferente, com os três estrelas a afirmarem-se novamente como a categoria de alojamento com melhor performance, a única a subir a ocupação média e o RevPar durante este período.
De Janeiro a Julho, a hotelaria de Lisboa apresentou uma ocupação média global de 63,49%, descida de 1,5% face a igual período do ano passado, enquanto o preço médio caiu 4,5%, para 71,79 euros. Já a quebra no RevPar foi de 5,9%, atingindo os 45,58 euros.
Por categorias, os três estrelas, como já referido, destacam-se por terem apresentado a melhor performance, subindo 7,7% na ocupação de Janeiro a Julho, para 70,34%, enquanto os quatro estrelas desceram 3,3%, para 65,32%, e os cinco estrelas perderam 4,5%, para uma ocupação média de 54,15%.
Já as quebras do preço médio entre Janeiro e Julho foram comuns a todas as categorias, neste caso com os cinco estrelas a apresentarem a menor descida, de apenas 1,5%, para 122,40 euros. Já a quebra nos três estrelas foi de 4,7%, para 48,08 euros, e nos quatro estrelas atingiu os 5,0%, para os 61,77 euros.
No RevPar, a única subida volta a encontrar-se nos três estrelas, que cresceram 2,6%, atingindo os 33,86 euros, enquanto os quatro e cinco estrelas caíram 8,2% e 6,0%, para 40,35 e 66,28 euros, respectivamente.
I.M.

04/09/2012

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