BTL quer ser “um hub do turismo para a lusofonia”

A afirmação foi proferida ontem por Vítor Neto, presidente da Comissão Organizadora da BTL, num encontro com a imprensa para a presentação da feira, em que destacou também o papel do certame na promoção do turismo nacional.
Na apresentação da BTL 2015, em que esteve presente o secretário de Estado do Turismo, Adolfo Mesquita Nunes, o presidente da Comissão Organizadora da feira, Vítor Neto, destacou a boa relação que tem sido mantida entre este certame de turismo, as instituições, entidades regionais, associações e empresas, para sublinhar que a organização tem “pugnado pela presença de todos e todos têm o seu papel de honra na BTL que é a soma disto tudo”. Este disse, é um dos segredos da BTL, sendo o outro a capacidade de resolver problemas.
O presidente da Comissão Organizadora da BTL referiu-se também ao “ano excepcional” que 2014 foi para o turismo português, afirmando que “a BTL também se sente um pouco parte deste sucesso, pelo trabalho que temos feito ao longo de anos”. Um trabalho a que a organização do evento não se escusou nem mesmo nos anos mais difíceis, durante os quais esteve ao lado das empresas do sector, facilitando a sua participação no certame. De 200Cruzeiros a 20Associativismo, que foram “anos difíceis para o turismo” durante os quais “empresas e sectores desfaleceram perante as dificuldades (…) a BTL fez um esforço para se manter viva. Flexibilizámos a nossa intervenção, facilitámos a participação de empresas e de várias regiões e, hoje, também nos sentimos orgulhosos destes resultados no turismo”, afirmou.
Referindo-se mais directamente à próxima edição da BTL, que vai decorrer na FIL, no Parque das Nações, Vítor Neto disse que o objectivo é agora o de acompanhar o crescimento do turismo e ajudar a consolidar os resultados, apontando que uma das vertentes de aposta passa por atingir o objectivo de transformar a feira num “hub do turismo para a Lusofonia”.
O caminho para alcançar este objectivo está a ser trilhado desde 20Destinos e este ano será dado um novo passo com um programa de hosted buyers específico para o Brasil, o qual, futuramente, deverá ser alargado a outros países de expressão portuguesa, nomeadamente Cabo Verde, Moçambique e Angola.
O programa de hosted buyers será, aliás, um dos destaques do certame. O programa apresenta-se este ano reforçado, sendo esperados mais de 2.500 profissionais estrangeiros.
M.F.