Conferência de Turismo do Alentejo: sector precisa de “acordo global e consensual”

Mais de 500 participantes assistiram na última sexta-feira, em Évora, à Conferência Internacional “Promoção – Novas Tendências de Mercado, Novos Conceitos, Novos Desafios”, organizada pelo Turismo do Alentejo. No final, ficou a certeza de que o turismo está perante novos desafios que só poderão ser ultrapassados se houver uma mudança de comportamentos nas pessoas e organizações que trabalham no turismo, seja na administração pública como nas empresas. Os novos desafios colocam-se aos mais variados níveis: na competitividade, na organização nacional mas também a nível europeu, como foi frisado quando se abordou o problema dos vistos no mercado chinês. Um mercado importante que é preciso saber captar, com os operadores daquele mercado a deixarem clara a necessidade de a informação sobre o Destino Portugal “ser mais prática e orientada para o cliente”. Também ao nível da hotelaria e do produto se colocam hoje novos desafios porque, cada vez mais, há que ir ao encontro daquilo que querem os novos consumidores. “A criatividade, o talento, a capacidade de organização e de conhecimento continuado dos mercados emissores, serão determinantes para encontrar as respostas adequadas”, lê-se nas conclusões da Conferência. Ficou também clara “a necessidade de um acordo global e consensual para o sector, num horizonte temporal mínimo de 10 anos, que confira alguma estabilidade às orientações de política”, em como “a importância da afirmação de um forte Cluster do Turismo em Portugal que congregue de modo virtuoso e competitivo as vontades de todas as entidades desta indústria”. Da Conferência há ainda a reter que em tempos de crise é preciso promover mais. Mais de 500 participantes assistiram na última sexta-feira, em Évora, à Conferência Internacional “Promoção – Novas Tendências de Mercado, Novos Conceitos, Novos Desafios”, organizada pelo Turismo do Alentejo. No final, ficou a certeza de que o turismo está perante novos desafios que só poderão ser ultrapassados se houver uma mudança de comportamentos nas pessoas e organizações que trabalham no turismo, seja na administração pública como nas empresas. Os novos desafios colocam-se aos mais variados níveis: na competitividade, na organização nacional mas também a nível europeu, como foi frisado quando se abordou o problema dos vistos no mercado chinês. Um mercado importante que é preciso saber captar, com os operadores daquele mercado a deixarem clara a necessidade de a informação sobre o Destino Portugal “ser mais prática e orientada para o cliente”. Também ao nível da hotelaria e do produto se colocam hoje novos desafios porque, cada vez mais, há que ir ao encontro daquilo que querem os novos consumidores. “A criatividade, o talento, a capacidade de organização e de conhecimento continuado dos mercados emissores, serão determinantes para encontrar as respostas adequadas”, lê-se nas conclusões da Conferência. Ficou também clara “a necessidade de um acordo global e consensual para o sector, num horizonte temporal mínimo de 10 anos, que confira alguma estabilidade às orientações de política”, em como “a importância da afirmação de um forte Cluster do Turismo em Portugal que congregue de modo virtuoso e competitivo as vontades de todas as entidades desta indústria”. Da Conferência há ainda a reter que em tempos de crise é preciso promover mais. J.L.E.