“Destino turístico dos Açores cada vez mais consolidado” garante Marta Guerreiro

Segundo a secretária Regional da Energia, Ambiente e Turismo dos Açores, que falava esta sexta-feira em Vila Viçosa, a consolidação do destino Açores, nomeadamente em termos de sustentabilidade, fica a dever-se a todos os que trabalham no turismo mas também a todos os açorianos.

Marta Guerreiro falava na reunião promovida pela Secretaria de Estado do Turismo para fazer um balanço de 2017 e definir prioridades para este ano. Ali, a governante deixou claro que “nos Açores, 2017 foi um ano de crescimento e consolidação, encorajando-nos a continuar, com determinação, o rumo de desenvolvimento sustentável, nomeadamente com o desenvolvimento de uma estratégia de medição de indicadores multissectoriais, de auscultação de quem trabalha diariamente neste sector, mas também de todos os Açorianos”.

Na reunião, a secretária Regional frisou que os Açores “lideraram os crescimentos de dormidas e de proveitos da hotelaria tradicional de todas as regiões portuguesas, quer em 2015, quer em 2016, numa tendência que se tem vindo a manter”. Trata-se, garantiu, de um “crescimento controlado” pois como afirmou “não somos, nem queremos ser, um destino de massas”.

Marta Guerreiro destacou também que 2017 foi o ano da decisão de “iniciar o processo de certificação dos Açores enquanto destino turístico sustentável, que, para nós, representa um verdadeiro compromisso com o futuro”, sublinhando, a propósito, que “só quatro países e nove regiões do mundo” possuem esta certificação, não havendo nenhum arquipélago que a possua, o que fará com que os Açores possam ser “o primeiro arquipélago do mundo com esta distinção”.

Quanto a 2018, a governante adiantou que “a qualificação do destino será um dos desafios mais exigentes, destacando-se como prioridade assegurar mecanismos de requalificação e preservação dos principais espaços com vocação para o recreio e lazer, enquanto locais de interesse turístico, com o propósito de assegurar a sua preservação ambiental e paisagística”. Outra das prioridades, garantiu, “será a formação dos recursos humanos” em todas as vertentes (novos activos, actualização de competências e reconversão profissional).