DGPC: mais de 2,4 milhões de visitas no 1º semestre

Foram 2.428.650 os visitantes dos monumentos, museus e palácios afectos à Direcção-Geral do Património Cultural no primeiro semestre deste ano, num aumento de 10% relativamente ao mesmo período de 2016.

O número de visitantes cresceu na ordem dos 12,3% nos monumentos, 6,8% nos museus e 5,8% nos palácios. Os números abrangem tanto cidadãos nacionais quanto estrangeiros. A maior afluência de visitas verifica-se em períodos de dinamização cultural, assegurada pelos diferentes espaços com exposições temporárias, concertos e visitas guiadas, entre outras iniciativas.

De um total de 23 equipamentos culturais, no top10 dos mais visitados encontramos em primeiro lugar o Mosteiro dos Jerónimos, com 570.889 visitantes. Ao ex-libris da capital portuguesa segue-se a Torre de Belém (324.572), o Mosteiro da Batalha (205.300), o Palácio Nacional de Mafra (178.189), o Museu Nacional dos Coches (168.905), o Convento de Cristo (150.091), o Museu Nacional de Arte Antiga (106.911), o Mosteiro de Alcobaça (104.902), o Museu Nacional do Azulejo (89.840) e o Museu Nacional de Arqueologia (80.449).

De destacar, também, três entidades que, de 2016 para 2017, exibiram um aumento superior a 100%, nomeadamente o Museu Nacional de Etnologia, com 25.145 registou um aumento de 163,1%, o Museu Nacional de Arte Contemporânea, com uma subida de 136,7% para os 59.409 visitantes, e também o Museu de Arte Popular, que com 18.280 visitantes teve uma variação positiva de 104,9%.

Outros equipamentos com uma significativa subida na afluência de público são o Panteão Nacional (67.255 / +29,6%), o Palácio Nacional da Ajuda (43.331 / +19,3%), e a Casa Museu Anastácio Gonçalves (6.599 / +17,6%).