Emissão de vistos turísticos vai demorar dois ou três dias a partir de Maio

O presidente do Turismo de Portugal (TP), João Cotrim de Figueiredo, estima que, a partir de Maio, a emissão de vistos turísticos venha a demorar dois ou três dias, ao abrigo do protocolo celebrado recentemente entre os Ministérios da Economia, da Administração Interna e dos Negócios Estrangeiros. “A partir de Maio haverá mais gente [fusion_builder_container hundred_percent=”yes” overflow=”visible”][fusion_builder_row][fusion_builder_column type=”1_1″ background_position=”left top” background_color=”” border_size=”” border_color=”” border_style=”solid” spacing=”yes” background_image=”” background_repeat=”no-repeat” padding=”” margin_top=”0px” margin_bottom=”0px” class=”” id=”” animation_type=”” animation_speed=”0.3″ animation_direction=”left” hide_on_mobile=”no” center_content=”no” min_height=”none”][nos serviços consulares], mais equipamentos e mais disponibilidade para despachar vistos”, afirmou João Cotrim de Figueiredo à Lusa, à margem da conferência de imprensa conjunta com o operador turístico russo Natalie Tours. O responsável referia-se ao mercado russo, bem como aos restantes mercado prioritários abrangidos pelo protocolo, como a China, Índia, Emiratos Árabes Unidos e Colômbia, que passam a ter um atendimento prioritário. “Temos perdido alguns turistas [pela demora na emissão dos vistos] e alguns casos nem sequer chegam ao conhecimento dos serviços consulares, porque o próprio operador do país diz aos clientes para desistirem”, afirmou João Cotrim de Figueiredo. João Cotrim Figueiredo lembrou que o turista russo tem um gasto médio diário “superior à média” dos turistas que visitam Portugal, enquanto o presidente do Turismo do Algarve e vice-presidente da Associação de Turismo do Algarve (ATA), Desidério Silva, classificou o mercado russo como sendo “fundamental”, sublinhando que a região “só tem a ganhar” com a presença de turistas daquele país. I.M.[/fusion_builder_column][/fusion_builder_row][/fusion_builder_container]