Facturação da Airmet desceu 10% em 2012

A Airmet fechou 2012 com uma facturação de 97 milhões de euros, menos 10% que em 2011, com descida também ao nível da rentabilidade dos produtos e do número de balcões, num total de 238, menos nove que no ano anterior. ?No ano de 2012, não fugimos à regra e tivemos uma quebra de 10%. Facturámos 97 milhões de euros. A rentabilidade também desceu mas há produtos em que cada vez mais a rentabilidade está a aumentar?, revelou Paulo Mendes, director-geral da Airmet. A nível dos diferentes produtos, Paulo Mendes explica que a maior quebra foi na tour operação, uma vez que ?a facturação no tailor made até se manteve em relação a 2011, ou seja, não houve quebras?. ?É curiosos, mas a nossa maior quebra foi na tour operação que é um produto que está disponível em qualquer lado, em qualquer agência de viagens porque a tour operação tenta ter a maior quantidade de agências a vender o seu produto?, explicou. Na aviação também houve uma descida significativa, no entanto, Paulo Mendes justifica a quebra sentida com a saída de algumas agências importantes na venda deste produto, o que acaba por atingir a facturação do agrupamento. ?Existem flutuações e, por vezes, uma agência importante que sai, fecha ou é vendida prejudica a nossa facturação. Descemos um bocado na aviação por causa disso?, explicou o responsável. Já quanto ao número de balcões, a Airmet fechou o ano com um total de 238, menos nove que em 2011, no entanto, no decorrer do primeiro trimestre o número subiu para 250, uma vez que várias das antigas franchisadas da Vibo passaram para a Airmet. ?Finalizámos 2012 com 238 balcões, no entanto, já estamos com 250 balcões desde o início do ano e tivemos um crescimento bastante interessante no final do primeiro trimestre, fruto da nossa acção rápida a encontrar uma solução para as antigas franchisadas da Vibo. Agora todas estão a operar com a sua própria licença e houve um trabalho conjunto que fez com que 17 ou 18 agências fossem para a Airmet?, explicou. I.M.