Fernando Pinto: 2013 vai ser um ano ?mais e mais difícil?

O CEO da TAP, que falava ontem na entrega dos TOP TAP de juntou no Palácio de Xabregas, em Lisboa, cerca de 160 convidados, referiu-se ao corrente ano como um ano que será muito difícil para a companhia. Comparando-o com 2012, que disse ter sido ?muito difícil, muito complicado? Fernando Pinto afirmou que para este ano, o que espera a TAP ?não é mais do mesmo? é antes ?um ano mais e mais difícil?. Sobre 2012, o CEO da TAP referiu a situação ?complicada do país? e dos problemas que afectaram o transporte aéreo em geral, para afirmar que eles tiveram um impacto muito negativo numa empresa que, como a TAP, ?opera num país em situação económica difícil?. Não obstante as dificuldades, afirmou, a TAP ?conseguiu fazer um equilíbrio e ter um pequeno resultado positivo?, o que se ficou a dever a ?muito sacrifício? por parte de todos quantos trabalham na companhia, mas também ?ao muito trabalho das agências de viagens?. Aumento do preço do petróleo que ?disparou? e conta já 30% nos custos totais da empresa e processo de privatização que não chegou ao fim, foram outras das situações que tiveram um impacto negativo na actividade da companhia. E praticamente todos os problemas se mantêm em 2013. ?Estamos a iniciar novamente um ano com várias incertezas, novamente um ano com as dificuldades do Orçamento do Estado impostas à TAP?, disse Fernando Pinto, acrescentando que também já este ano se fizeram sentir, de forma negativa, as consequências da greve que esteve anunciada para o período da Páscoa e que ?teve um efeito muito ruim nas nossas vendas nesse período?. Mantém-se também a crise económica e o processo que privatização que ?está previsto continuar? e sobre o qual Fernando Pinto afirmou estar ?muito tranquilo?. A propósito afirmou acreditar que ?esse processo, quando finalizado, vai auxiliar bastante a TAP: vamos continuar a crescer, vamos continuar a desenvolver o hub de Lisboa, vamos ter mais capacidade de investimento e penso que vamos ter mais condições de acesso a novos destinos e novos mercados?. E, segundo o responsável ?tudo leva a crer que esse será o ponto positivo deste ano?. M.F.