Francisco Teixeira: “Vender a Azamara como um circuito”

O Azamara Journey, navio da companhia Azamara Club Cruises, do grupo Royal Careibbean, “mostrou-se” ontem em Lisboa a um grupo de agentes de viagens e jornalistas. Oportunidade para Francisco Teixeira, director-geral da Melair, receber os convidados e dar a conhecer um pouco melhor esta companhia que apresenta um produto distinto das outras marcas do grupo. “Azamara é intimidade, é conforto, é serviço personalizado”, é “tranquilidade e requinte” mas é também uma experiência ao nível dos destinos. Por se tratar de um produto diferente, que é mais do que um simples cruzeiro, Francisco Teixeira, director-geral da Melair, avançou que “não queremos vender a Azamara como um cruzeiro mas sim como um circuito”. Destinada a um público diferente, que aprecia a qualidade sem que ela signifique luxo ostensivo, a Azamara tem nos destinos “o ADN principal da companhia”, disse Francisco Teixeira explicando que uma das mais-valias da companhia reside no facto de os seus navios (Azamara Quest e Azamara Journey) serem mais pequenos (a capacidade ronda os 750 passageiros) e por isso poderem escalar portos onde os navios maiores não podem ir. Outra mais-valia, que a diferencia das demais companhias do grupo, reside no facto de a Azamara não fazer itinerários iguais durante toda uma temporada e de, nos seus itinerários, constarem vários overnights, com os navios a permanecerem duas ou três noites em alguns portos, o que possibilita um melhor conhecimento dos destinos aos seus passageiros. Daí que o director-geral da Melair avance que o produto Azamara se adequa a um tipo de público que gosta de fazer circuitos de qualidade e que, ao optar por um navio deste tipo, encontra a comodidade de ter o “hotel” a viajar consigo durante toda a viagem. Com itinerários que vão das 7 às 14 noites e visitam alguns dos mais belos portos do mundo, os cruzeiros da Azamara estão longe de colocar o seu foco no preço, já que os preços praticados estão entre os 250,00 a 300,00 euros por dia, em pensão completa e com muitos “miminhos”, desde os shuttles à saída do navio à água diariamente colocada nos camarotes ou à ausência de turnos para os jantares. M.F.