Go4Travel tem novo CEO

O Grupo de agências de viagens, Go4Travel acaba de contratar um novo CEO. Vasco Pinheiro, com mais de 15 anos de conhecimento do sector turístico, estando familiarizado com a tecnologia aplicada às agências de viagens e operadores turísticos, para além de deter ampla experiência internacional, foi o profissional escolhido.

Esta decisão vem ao encontro de parte da estratégia adoptada pela nova administração, que passa pelo reforço do sistema interno.

De acordo com Ricardo Ferreira, do conselho de administração da Go4Travel, “as crescentes exigências, a diversidades de projectos em execução ou implementação e a vontade de reforço da ligação e das sinergias entre accionistas, obrigaram a um reforço do controlo de gestão interno, nomeadamente contratação de um CEO”.

Com formação em Gestão, pela Universidade Católica de Lisboa e experiência de mais de 15 anos no sector turístico, Vasco Pinheiro chefiou as áreas de operações, vendas, contratação e desenvolvimento tecnológico e geriu a área de viagens para mais de uma dezena de países numa multinacional de consultoria se sistemas de informação.

Refira-se que a nova administração da Go4Travel, que tomou posse em Janeiro último, implementou de imediato um plano de acção, conciliando o reforço das estratégias já iniciadas no passado e está a desenvolver diversos projectos complementares que visam fortalecer a actuação dos accionistas do Grupo.

Entre os vários projectos destacam-se o reforço do sistema interno e comum aos 42 accionistas, com o intuito de obter ganhos de produtividade mediante inovação tecnológica, maior segurança e total adaptação às novas leis do sector, permitindo uma maior monitorização da produção global com vista a maiores níveis de concretização e de coordenação com parceiros e fornecedores, reforçando o profissionalismo e segurança por parte dos accionistas.

Ricardo Ferreira lembra que apesar de o Grupo gozar de um posicionamento comercial amplo por englobar diferentes segmentos de mercado (corporate, lazer, grupos, incoming, operadores e agentes de viagens, etc.), “a percepção de que os mesmos não estavam a ser potenciados de forma optimizada, proporcionou uma reflexão interna que permitiu a introdução de novas ideias e projectos”.