Governo investe 1,5 M€ no Programa Algarve Cultural

Apresentado esta segunda-feira, o Programa Algarve Cultural visa aumentar a competitividade do destino e atenuar a sazonalidade através de uma série de iniciativas de promoção turística e valorização do território.

O projecto, que junta os Ministérios da Economia e da Cultura, o Turismo de Portugal e a Região de Turismo do Algarve, vai custar 1,5 milhões de euros (verba suportada pelo Turismo de Portugal) que serão aplicados no reforço e qualificação da programação cultural da região, entre Outubro deste ano a Maio de 2017

A ideia é diversificar e aumentar a atractividade da oferta turística e cultural no Algarve nos meses das épocas média e baixa e assegurar um calendário de iniciativas que consiga atrair turistas, nacionais e internacionais, durante todo o ano.

O desafio é a construção de uma oferta consistente, coerente e coesa, que acrescente valor e que procure diminuir a sazonalidade turística da região do Algarve através da criatividade e inovação, com vista à sua sustentabilidade futura.

O programa de valorização artística e promoção do território algarvio, que envolve 16 autarquias, inclui mais de 300 novos espectáculos e exposições que irão potenciar activos como a História e o Património; a Gastronomia; os Eventos Culturais e Artísticos; o living e as pessoas.

Na apresentação que teve lugar em Lagos esta segunda-feira, Ana Mendes Godinho, secretária de Estado do Turismo afirmou que “este programa é a resposta à necessidade de um Algarve com vida e actividades culturais e de lazer durante todo o ano, com um programa de qualidade, variado e regular”.

Na mesma linha de pensamento, o presidente do Turismo de Portugal, Luís Araújo, considerou que “o Algarve deve ser vivido 365 dias por ano e este programa é a prova disso”.

Desidério Silva, presidente da Região de Turismo do Algarve, reafirmou que “o turismo algarvio tem de ter sustentabilidade durante todo o ano” e que o programa Algarve Cultural “fruto da união e vontade de várias entidades, públicas e privadas” visa atrair à região “um nível de visitantes mais constante ao longo de todo o ano”.