Grupo GEA ultrapassou 40 milhões de euros em vendas em 2015

O Algarve foi o destino surpresa nas vendas do Grupo GEA durante este ano,revelou em conferência de imprensa Pedro Gordon, director-geral do grupo, à margem da XI Convenção que decorreu em Évora. Também neste ano (até 31 Setembro) o maior agrupamento de viagens em Portugal atingiu uma facturação de 40 milhões de Euros.

As agências da GEA tiveram um crescimento nas vendas de 8% nos meses de Janeiro a Setembro, quando comparado com o mesmo período do ano passado, e atingiram um volume de facturação de 40 milhões de Euros.

O crescimento atingido no volume de vendas reflectiu-se de forma positiva nos resultados das agências que fazem parte deste agrupamento de viagens, e só foram possíveis, segundo Pedro Gordon, porque a procura aumentou e a oferta esteve contida, não existindo exageros que conduzissem a grandes promoções.

A liderança da tabela dos principais fornecedores do agrupamento não se alterou de forma significativa em relação a 2014, tendo existido uma ligeira queda nas vendas da Solférias e da Soltour, sendo que este operador turístico mantém a liderança destacada com mais de 10 milhões de euros, seguindo-se a Soltrópico com mais de cinco milhões, a Nortravel com cinco milhões, a Solférias com 4,5 milhões e a Jolidey que alcançou 3,7 milhões de vendas.

No que se refere aos cinco destinos mais vendidos pelas agências GEA, em primeiro lugar surgem as Caraíbas, seguindo-se uma surpresa, o Algarve, sendo que ambos os destinos, segundo Pedro Gordon “ganham esta expressão nas vendas porque em termos de preço se assemelham à Tunísia, destino que teve uma grande queda”. No top 5 dos destinos surgem depois, as ilhas Baleares, Cabo Verde e as ilhas portuguesas, tendo Porto Santo acentuado a procura que já se vinha a sentir nos últimos anos.

Um dos maiores crescimentos do ano, 17,5%, deu-se nas reservas de hotéis, com forte incidência nas reservas para o Algarve. Já a procura pelos cruzeiros cresceu 7%, tendo o BSP decrescido ligeiramente, segundo Pedro Gordon, por causa “do efeito Angola”.