Hotel Expo Astória faz 3 anos

O Hotel Expo Astória, em Lisboa, fez três anos no passado dia 15 de Agosto desde que foi adquirido pelo Grupo Expo, que tem vindo a realizar melhorias não só ao nível das infra-estruturas da unidade, como da valorização do capital humano, e ainda esforços comerciais e de promoção.

Desde então, multiplicaram-se os trabalhos de manutenção e de crescimento da unidade com o objectivo de responder à crescente procura e proporcionar um serviço mais completo e próximo do cliente: 22 quartos foram inaugurados, os espaços do bar e do restaurante foram relançados e duas novas áreas comuns foram estreadas, a esplanada e o centro fitness. Paralelamente, foi realizado um grande investimento no que respeita aos sistemas de segurança e comunicação e verificou-se ainda uma crescente valorização e aposta no capital humano, com a atribuição de prémios de mérito às diferentes equipas, novo fardamento e dinamização de acções de formação. Por outro lado, foram disponibilizados novos serviços de bem-estar a pensar no hóspede, nomeadamente o serviço de massagens nos quartos.

Simultaneamente, e de forma a acompanhar o crescimento do hotel, foram vários os esforços para garantir a melhor distribuição e comercialização da unidade, dos quais resultaram a celebração de contratos, parcerias e protocolos estratégicos com agências de viagens, operadores e outras empresas diversas, através das quais é possível chegar a grande parte dos mercados mundiais – espanhóis, franceses, italianos, ingleses, brasileiros, russos, chineses, americanos, canadianos, entre outros.

Gustavo Cavallaro, director geral da unidade, acredita que “os esforços realizados em várias frentes deram frutos”, para acrescentar que “o investimento realizado nas infraestruturas, a maior aposta e atenção ao público interno e todo o trabalho comercial traduziu-se em resultados bastante positivos a vários níveis, não só melhorámos o serviço prestado, sendo hoje mais próximo do cliente, como também se verificou um aumento da taxa de ocupação, atingindo no último ano, uma média de 90%”.

O responsável assegura que “não vamos parar por aqui, a fasquia está alta, mas continuaremos a trabalhar para superar o que foi alcançado até hoje”.