Incêndio de Monchique: Turismo do Algarve tranquiliza operadores turísticos

A Região de Turismo do Algarve difundiu esta quinta-feira uma nota em que tranquiliza os operadores turísticos em relação ao incêndio que lavra em Monchique, indicando que o Algarve “continua a ser absolutamente seguro para quem nos visita”, e que “a zona afectada pelo incêndio é distante do litoral”.

A entidade refere que “está a acompanhar em permanência o evoluir da situação relativa ao incêndio rural que está activo na serra de Monchique desde o dia 3 de Agosto, mantendo, para o efeito, uma ligação directa à autoridade de protecção civil distrital – Comando Distrital de Operações de Socorro de Faro”, acrescentado que neste momento “a situação é muito mais tranquila e a operação de protecção civil em curso decorre conforme previsto”, para realçar ainda que “a prioridade tem sido a segurança das populações e dos operacionais envolvidos no combate, não havendo a registar qualquer turista ferido”.

A RTA lembra que o incêndio afecta uma zona circunscrita no interior do Algarve e que “ os cerca de 500 turistas retirados por precaução dos hotéis de Monchique nunca estiveram em risco e puderam dar continuidade às suas férias em alojamentos junto à costa algarvia.

A nota destaca que os estabelecimentos de hotelaria “têm-se mantido em ligação permanente com as autoridades de protecção civil e com a Região de Turismo do Algarve, estando a acompanhar o evoluir da situação operacional, podendo assim garantir a segurança e a tranquilidade dos seus hóspedes”, enaltecendo que a nuvem de fumo produzido pelo incêndio que quarta-feira foi visível a partir das praias devido ao vento “já se dissipou e não constituiu perigo para as pessoas, não sendo de espera que se repita”.

A Região de Turismo do Algarve reitera que todos os visitantes do Algarve “podem continuar a fruir com calma e tranquilidade as suas férias e confiar na qualidade dos serviços turísticos oferecidos pela região e na gestão da situação operacional por parte das autoridades de protecção civil”.