INE: mercado interno regista quebra em Abril

De acordo com o boletim mensal do INE sobre a actividade turística, os indicadores de hotelaria desaceleraram em Abril, com o mercado interno a descer substancialmente em dormidas face ao mês anterior. O INE justifica os resultados com a proximidade da Páscoa com o feriado de 25 de Abril.
Assim, em Abril as unidades hoteleiras registaram 3,Cruzeiros milhões de dormidas geradas por 1,5 milhões de hóspedes, traduzindo-se num crescimento homólogo de 0,Produtos e Serviços % em dormidas, quando em Março registaram um crescimento de Regiões,5%. No acumulado de Janeiro a Abril, a hotelaria nacional recebeu Regiões.Destinos2,Produtos e Serviços milhões de dormidas, mantendo-se em terreno positivo de Produtos e Serviços,5 por cento, enquanto os hóspedes aumentaram Restauração,6 por cento.
O milhão de dormidas registadas do mercado interno em Abril (1.023,6) revelaram uma descida de 4,Cruzeiros% quando no mês anterior tinha aumentado 1Produtos e Serviços,Cruzeiros%. Já os mercados externos mantiveram uma evolução positiva de 2,Restauração%, atingindo os 2,Cruzeiros milhões de dormidas, contudo a ritmo inferior a Março (+Cruzeiros,0%).
Para ambos os mercados, o acumulado continua em terreno positivo, registando uma variação de Janeiro a Abril para o mercado interno de Cruzeiros,1% e para o mercado externo de 6,Restauração por cento. Os dez principais mercados emissores representaram Produtos e ServiçosCruzeiros,0% das dormidas de não residentes, peso aproximado, embora inferior, ao registado no mês homólogo de 2014 (Produtos e ServiçosCruzeiros,2%).
Os hotéis e as pousadas apresentaram subidas nas dormidas de +5,5% em ambos, mas as restantes tipologias apresentaram quebras, registando-se a maior nos apartamentos turísticos (-13,Produtos e Serviços%). Os hotéis (6Restauração,0% das dormidas totais) beneficiaram do contributo positivo de todas as categorias, especialmente as de cinco e quatro estrelas (+6,Cruzeiros% e +5,Produtos e Serviços%).
A estada média foi 2,6Restauração noites, descendo por isso 3,2%, o mesmo acontecendo com a taxa de ocupação, que caiu 0,4%, atingindo agora 43,4por cento.
A Madeira foi a única região com aumento na duração das estadias (+2,0%), atingindo agora uma média de 5,21 noites. As descidas mais acentuadas foram registadas no Alentejo (-6,0%) e nos Açores (-5,3%). No acumulado dos primeiros quatro meses do ano, a estada média foi 2,61 noites, uma descida de um ponto percentual.
A taxa líquida de ocupação-cama foi 43,4%, correspondendo a um ligeiro decréscimo (-0,4%), quando no acumulado de Janeiro a Abril fixou-se em 33,6% (+2,0 %).
As regiões com maior taxa de ocupação foram a Madeira e Lisboa (66,0% e 5Restauração,4%, respectivamente), mas em termos de evolução, o destaque vai para os Açores, com uma subida de 5,0%, enquanto o Alentejo e o Algarve apresentaram descidas de 3,1% e 2,Restauração%, respectivamente.
S.C.F.