Inovar para diferenciar produto e destino defendido na III Cimeira do Turismo Português

Inovar para diferenciar o produto e o destino foi o mote de um dos painéis da III Cimeira do Turismo Português, esta terça-feira no Museu do Oriente, em Lisboa, organizada pela Confederação do Turismo Português (CTP).

Dionísio Pestana, presidente do Conselho de Administração do Grupo Pestana, que concorda com a necessidade de inovação no turismo, defendeu que “inovar custa dinheiro” e “é preciso medir o retorno”, para acrescentar a propósito que “há muita coisa boa no mercado a esse nível, mas é preciso saber escolher, e fundamentalmente, monotorizar os resultados e adaptar-se ao mercado”.

Para o presidente do Turismo de Portugal, Luís Araújo, que participou no painel, referiu que a inovação tem de estar no ADN de toda a estratégia do turismo português, pois “só se pode criar valor para as empresas, regiões e destinos, com inovação”, ou seja, tem de haver “inovação no produto e nos serviços, fazendo a ponte com a promoção e a distribuição”.

Se em termos de competitividade Portugal está em quinto lugar e de oferta ocupa a quarta posição, segundo Luís Araújo, no que respeita às tecnologias de informação, o país é o 30”, que evidenciou também que a formação e a inovação tem que andar de mãos dadas, realçando que “devemos posicionar-nos no foco da competitividade como nunca tivemos”, num país “moderno, que mistura tradição com inovação”.

No que ainda diz respeito à inovação Dionísio Pestana referiu ainda que em Portugal existem destinos de resort que necessitam de inovar. “Estão parados e devem preocupar-se com a visão do futuro, aproveitando a conjuntura favorável”, disse.

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