iTurismo: 2017 em Perspectiva, por Atilio Forte

No iTurismo desta semana, Atilio Forte perspectiva o ano que acaba de iniciar, apelidando o 2017 como de “nova ordem mundial”. Apesar de incerto, 2017, para o nosso comentador considera que 2017 poderá ser um ano bastante importante pois será partir dele que, à escala mundial, a próxima década poderá vir a ser moldada.

 

Turisver.com – No último comentário fizemos um balanço do ano 2016, hoje vamos falar de perspectivas para 2017. No que toca ao panorama internacional as perspectivas serão bastante marcadas pelos grandes acontecimentos, positivos e negativos, com que terminou o ano passado. Que análise faz?

Atilio Forte – Se é verdade que na semana passada definimos genericamente o ano de 2016 como sendo o ano de todas as surpresas, este ano de 2017, se quiséssemos também qualificá-lo em poucas palavras, poderíamos dizer que irá ser o ano de todas as incertezas.

Apesar de incerto, 2017 não deixará de ser um ano bastante importante pois será partir dele que, à escala mundial, a próxima década poderá vir a ser moldada. No fundo, a grande questão que hoje se nos coloca é sabermos que Mundo vamos ter doravante?

Na nossa análise, o ano que agora começa poderá marcar o início daquilo que poderíamos apelidar por “nova ordem mundial”, ancorada no retomar da “Guerra Fria” mas, neste caso, mais de acordo com os contornos do final do século XV, quando Portugal e Espanha, através do Tratado de Tordesilhas, dividiram o Mundo, já que nesta segunda década do século XXI existe uma grande probabilidade de virmos a assistir à “partilha” do Mundo entre os Estados Unidos da América (EUA) e a Rússia.

Para além desta questão de fundo levanta-se uma outra, que nos diz mais directamente respeito, que é a de sabermos, dentro desta “nova ordem mundial”, que Europa vamos ter?

É que, não podemos esquecer-nos, 2017 vai ser decisivo para a confirmação do “Brexit”, isto é, teremos a Grã-Bretanha a sair da União Europeia, ou não? Por outro lado, vamos ter eleições em dois dos principais países da Europa, na Alemanha e na França. Será que, à semelhança do sucedido noutros países, estas eleições vão fazer emergir os perigos do populismo e mais demagogia?

Em França talvez não, mas o grau de incerteza na Alemanha, que é o motor da economia europeia, é muito grande.

Não obstante estas questões, temos outras, também de ordem global, que continuam a estar em agenda e que vão ser determinantes para 2017. Referimo-nos, por exemplo, à da guerra na Síria, à da situação na Turquia, à da evolução que o terrorismo vai ter – isto é, se o combate para o travar obrigará a que venhamos a ter “botas” no terreno – e à da problemática dos migrantes que tem vindo, constantemente, a ser adiada.

Se quisermos olhar mais para o domínio da economia, aquilo que podemos antever é que vamos continuar a viver com um sistema financeiro extremamente instável; já estamos a assistir – e cremos que 2017 irá sublinhar este aspecto – a uma subida, muito ténue mas progressiva, das taxas de juro; e iremos, muito provavelmente, constatar um aumento do proteccionismo económico decorrente desta complexa conjuntura internacional, sendo natural que, sobretudo a Ocidente, tal derive de uma economia americana cada vez mais fechada em si própria, que acabará por induzir a adopção de medidas, também elas proteccionistas, por parte de outros Estados.

Outra questão importante é sabermos como é que toda esta conjuntura se irá reflectir em termos da taxa de câmbio entre o Euro e o Dólar, porque isso vai ser determinante para a competitividade das exportações e não nos esqueçamos, neste particular, do papel fundamental que a actividade turística tem no bom desempenho das mesmas.

Não podemos ainda deixar de sublinhar e dar duas notas finais – embora pudéssemos ter escolhido outras – que se prendem, por um lado, com a forma como irão evoluir, a nível global, os acordos de Paris sobre o ambiente(afinal trata-se do modo como queremos e iremos preservar a nossa “casa” comum) e, por outro lado, para mencionar as dúvidas que pairam sobre o que acontecerá em consequência da “segunda vaga” do vírus Zika(em curso) e em que medida ela poderá vir a afectar/condicionar os movimentos internacionais de fluxos turísticos.

 

Turisver.com – Como é que tudo o que acabou de dizer se reflecte no turismo?

Atilio Forte – Para já nada há de muito alarmante a registar, pois genericamente e de acordo com todos os indicadores, nomeadamente os da Organização Mundial do Turismo (UNWTO), a actividade turística irá continuar na senda de crescimento que tem vindo a alcançar nos últimos anos.

Convirá aqui abrirmos um parêntesis para alertar que a evolução desta conjuntura internacional pode vir a revelar uma ainda maior imprevisibilidade e criar muita volatilidade e/ou instabilidade nos fluxos turísticos, sobretudo por causa do terrorismo, porque hoje em dia ninguém tem uma “bola de cristal” para prever quando, onde e como poderão ocorrer atentados.

Fechado o parêntesis e não obstante esta perspectiva de crescimento global do turismo, será importante observarmos quais os potenciais reflexos que esta “nova ordem mundial” (a ser criada) nos trará, já que os mesmos podem originar consequências díspares. Por exemplo, se o levantamento das sanções internacionais à Rússia – por causa da questão da Crimeia – vier a acontecer, tal será muito positivo para a actividade turística, uma vez que isso poderá representar para alguns destinos, nomeadamente para os europeus e concretamente para Portugal, uma boa notícia.

Por outro lado, devido à subida das taxas de juro de que falámos, tudo indica que iremos assistir a um ligeiro abrandamento do investimento à escala planetária, o qual, obviamente, irá reflectir-se no investimento turístico dado que (e referimo-lo no comentário da semana passada) o turismo, principalmente pelos activos imobiliários que envolve, foi uma área de “refúgio” para muitos investidores devido à baixa (para não dizer nula) remuneração dos capitais oferecida pelo sistema financeiro.

Uma outra questão, à qual os agentes turísticos não têm dado a devida atenção, prende-se com o facto de sabermos até onde a tecnologia irá contribuir para a evolução dos negócios do turismo, seja pela sua incorporação no produto, seja na promoção da oferta turística, porque uma coisa temos vindo a constatar: se é verdade que o turismo é a actividade económica que mais utiliza a tecnologia, não menos verdade é que tem sido nele que mais episódios de insegurança informática, particularmente ao nível da protecção dos dados pessoais, se têm vindo a registar.

Além disso, há que saber como é que vão evoluir, em termos políticos e económicos, dois países importantes, mormente para o mercado nacional, como o Brasil e Angola. Vimos no nosso último comentário que o Brasil apresentou sintomas de recuperação económica, sobretudo no último trimestre do ano, mas Angola nem tanto. Com o petróleo aparentemente estabilizado na casa dos 50 dólares por barril, como então referimos, parecem começar a estar criadas as condições para que também Angola possa retomar a sua dinâmica. E, naturalmente, aliada à retoma económica virá uma maior acalmia da efervescência política que ambos os países têm vivido.

Mas há um aspecto do qual estamos convencidos: é que em 2017 iremos assistir a um forte aumento dos chamados “turismos internos” regionais. Ou seja, independentemente do turismo continuar a crescer à escala global, esse aumento será muito impulsionado pelas dinâmicas de crescimento do “turismo interno”nos diversos continentes podendo, nalguns casos, também manifestar-se em diferentes países, já que, do ponto de vista das grandes regiões do globo (Europa, Ásia, América do Norte, Médio Oriente, África Subsariana, etc.), os turistas tenderão a fazer deslocações de maior proximidade devido ao número e dimensão das incertezas que começámos por referir.

Escusado será dizer que tudo isto pode vir a ser alterado em função da evolução da própria conjuntura internacional e de actos ou acontecimentos supervenientes que decorram das enormes incertezas que lhe estão subjacentes.

 

 Turisver.com – Nessa perspectiva como grande parte dos nossos turistas vem de países europeus, nós vamos estar bem?

Atilio Forte – Já responderemos a essa pergunta. Mas antes de o fazermos achamos importante olhar um pouco para o que é que, genericamente, se perspectiva para o nosso país em 2017.

E, desde logo, cremos que a maior interrogação com que estamos confrontados é se se manterá, ou não, a estabilidade política, que aqui tanto sublinhámos e elogiámos na semana passada, e que foi tão importante para o bom desempenho registado em 2016. No fundo, se a chamada “geringonça”, mormente na segunda metade do ano, se manterá tão coesa como até aqui.

Não podemos, nem devemos, esquecer-nos que os acordos que estão na base do apoio político parlamentar ao actual Governo estão praticamente esgotados porque todas as condições que deles faziam parte, ou pelo menos as mais importantes, se encontram satisfeitas. O que nos deixa antever um endurecer das negociações pelo lado dos Partidos que não integram o Governo, mas que o suportam, aquando da elaboração do Orçamento do Estado para 2018, não se sabendo (ainda) em que medida essa maior exigência poderá ou não pôr em causa a estabilidade política nacional. E mais. É que esse processo irá acontecer em simultâneo com o das Eleições Autárquicas, o que também fará dos resultados destas um ponto determinante para a manutenção da estabilidade política e governativa.

Por outro lado, a conjuntura internacional a que fizemos referência na primeira parte do nosso comentário, indicia um aumento das taxas de juro, restando saber como é que isso irá implicar com a dívida pública nacional. Os sinais que temos vindo a receber no início deste ano reflectem uma subida dos juros que já ultrapassaram, ainda que ligeiramente, o número “mágico” dos 4% e se prosseguirem nessa toada ascendente tal significará que haverá necessidade de adoptar medidas que permitam dar mais confiança aos mercados, o que é o mesmo que dizer aumentar receitas (impostos) e reduzir despesas (cortes nos gastos do Estado e congelamento de regalias e salários) para, assim, baixar as taxas dos juros pagos.

Paralelamente existe um outro factor de preocupação, e nós partilhamos desta visão, que é a constatação de não ser credível que a economia nacional comece a crescer a um ritmo superior àquele que se tem registado – como se sabe globalmente Portugal apresenta um crescimento económico anémico –, infelizmente totalmente díspar dos bons resultados que a actividade turística tem alcançado.

Este fraco crescimento da economia também se relaciona com o tema do investimento, uma vez que o mesmo, seja ele público ou privado, nacional ou estrangeiro, continuará, quase de certeza, a ser afectado pela conjuntura internacional a que atrás aludimos, em nada ajudando o facto do sistema financeiro mundial estar a atravessar tempos difíceis, problema que se agrava por o sector bancário nacional continuar, também ele, extremamente fragilizado, periclitante e, nalguns casos, indefinido.

A estas questões acrescentamos ainda a incerteza sobre o que irá acontecer em termos da evolução da legislação laboral porque, como já aqui dissemos, é expectável um acréscimo reivindicativo por parte dos Partidos Políticos mais à esquerda que fazem parte da coligação que suporta o Governo, o que poderá ter implicações ao nível da legislação laboral e, consequentemente, irá pôr à prova o papel da Concertação Social onde, concretamente os Parceiros Sociais Patronais terão que revelar muito mais tacto político e muito maior inteligência na forma como irão lidar com essas matérias, do que até aqui.

Concluímos com duas notas finais, ambas positivas para o desenrolar de 2017. Uma para reforçar a nossa crença que se irá manter, embora de forma muito ténue, uma ligeira recuperação do poder de compra dos portugueses; e, outra, para destacar que o desemprego tenderá a continuar, também de forma muito ligeira, a seguir uma trajectória descendente.

Feita esta síntese, importa agora respondermos à pergunta colocada sobre como é que tudo isto irá reflectir-se no turismo português?

Também, neste caso, todos os indicadores apontam para que o turismo em Portugal continue a crescer, caso não haja algum epifenómeno, nomeadamente a nível das questões ligadas à segurança, da confiança dos mercados ou de uma súbita instabilidade política (interna ou externa), que possa vir a abalar as boas perspectivas que temos presentemente.

Por outro lado, é bom recordarmos que 2017 vai ficar muito marcado pela implementação da “Estratégia Turismo 2017-2027”, que foi avançada pelo Governo em Maio passado, que esteve cerca sete meses em discussão pública e que, ao que sabemos, não terá recebido grandes contributos do sector privado (sector esse que é o grande motor da actividade turística) mas que, tudo indica, ficará “fechada” e pronta para “passar à prática” durante o primeiro trimestre de 2017.

Com essa quase ausência de contributos dos privados, vamos ver em que medida é que esta estratégia se revelará como a mais correcta, pois estamos perante uma visão a 10 anos e não podemos esquecer-nos que o Mundo está a mudar e que existe a probabilidade de virmos a ter uma “nova ordem mundial” que, por certo, obrigará a que a mesma sofra uma revisão (não de detalhe, mas profunda) em face da eventual recuperação desse “ideário de Tordesilhas”, de um maior proteccionismo económico e do aumento do “turismo de proximidade” regional.

Torna-se por isso determinante, já que é algo que se situa mais na nossa esfera de actuação, que avaliemos e monitorizemos qual vai ser o comportamento dos mercados europeus, nos quais o nosso turismo está ancorado e dos quais depende, nomeadamente o Reino Unido, a França e a Alemanha. No fundo, como é que o evoluir das várias situações políticas, seja pela saída do Reino Unido da União Europeia, seja pelas eleições em França e na Alemanha, poderão vir a marcar o comportamento desses mercados e, consequentemente, do turismo nacional.

 

Turisver.com – Eu juntaria Espanha que tem um peso muito importante…

 Atilio Forte – … Espanha é o nosso principal mercado externo e não podemos ignorar esse facto, embora pensemos que, por também se tratar de um grande receptor de turismo, estará muito como Portugal, ou seja, na expectativa e na dependência das decisões de terceiros, nomeadamente do que se irá passar nos três grandes mercados europeus que mencionámos.

2017 será também marcado pela abertura de novas rotas aéreas, nomeadamente de/para os EUA e para a China, rotas essas que estão a gerar enorme expectativa e, caso venham a consolidar-se, poderão abrir novos mercados e novas possibilidades de negócio importantes para Portugal. Resta saber se as medidas proteccionistas de que falámos atrás, nomeadamente por parte dos Estados Unidos da América, poderão afectar, ou não, a abertura e o desempenho destas novas ligações.

 

Turisver.com – Mas quando analisamos medidas proteccionistas, elas não parecem ter, normalmente, grande implicação no turismo. Os turistas escolhem um destino por si próprios sem se sujeitarem a esse tipo de regras…

Atilio Forte – Não partilhamos plenamente dessa perspectiva, nomeadamente no caso dos Estados Unidos da América. Todos nos recordamos das Presidências Reagan e Bush (pai), em que foram transmitidas indicações claras aos cidadãos americanos, por parte daqueles Presidentes dos EUA, para privilegiarem as viagens “dentro de portas”, com o argumento que o Mundo estava menos seguro. Ora uma declaração desta natureza por parte do futuro Presidente dos EUA poderá condicionar o comportamento daquele mercado, até porque sabemos como o factor segurança influencia a sua decisão, sendo esta uma das razões pela qual também chamámos a atenção para o possível aumento dos proteccionismos.

Infelizmente, tudo leva a crer que, no ano que agora começa, venhamos a assistir à construção de muitos muros. Mas tão maus ou piores do que aqueles que são visíveis e físicos, são os muros invisíveis e imateriais que são inculcados no subconsciente dos consumidores…

Para além das novas rotas aéreas de/para os Estados Unidos da América e República Popular da China, importa ainda não perder de vista o que se passará no Brasil e em Angola pois, como já referimos, isso poderá ser fundamental para Portugal.

Também não nos podemos esquecer que no próximo mês de Maio teremos um gigantesco acontecimento internacional em Portugal, que será celebração do Centenário das Aparições de Fátima, que irá trazer o Papa Francisco ao nosso país, que impulsionará o turismo religioso e que, por certo, projectará indelevelmente a imagem de Portugal no Mundo.

Estamos ainda convictos que este será o ano da afirmação, no nosso país, de sectores com grande potencial turístico, que irão desenvolver-se e conhecerão um franco progresso. Referimo-nos, em concreto, ao turismo acessível, ao turismo de saúde e bem-estar, incluindo neste o turismo médico, e ao segmento das grandes reuniões e eventos internacionais (MICE).

Por outro lado, o investimento turístico em Portugal continua a dar bons indicadores, investimento esse que, se não houver nenhum sobressalto, só não será superior devido à situação que o sector bancário nacional atravessa e que não ajuda quem quer investir.

 

Turisver.com – Na sua análise, em termos do investimento público que afecte directamente o turismo, pensa que vai fazer-se alguma coisa em termos concretos, nomeadamente no que se refere ao aeroporto?

 Atilio Forte – Será determinante saber, após tantos avanços e recuos, tantas datas alvitradas para apresentação de uma decisão, que têm vindo a ser sucessivamente “queimadas” pelo actual Governo (isto para não irmos mais atrás), se será este ano que Lisboa conhecerá a decisão do Executivo sobre se irá ou não avançar para uma nova estrutura aeroportuária, seja ela onde e de que natureza for, mas que é cada vez mais imprescindível para que possamos continuar a dar resposta à crescente procura turística que Portugal tem vindo a sentir.

Curioso será também ver se nestes primeiros meses do ano a Conta Satélite do Turismo irá ser reactivada, para passarmos a ter uma contabilidade pública com indicadores de acordo com os critérios definidos pela Organização Mundial do Turismo (UNWTO) e, portanto, comparáveis à escala global e, no caso de isso acontecer, será ainda mais curioso saber como é que o Estado, particularmente o Governo, irá gerir os números que daí irão resultar porque, com certeza, eles provarão que Portugal não recebe nem 17, nem 18, nem mesmo 19 milhões de turistas, como já ouvimos afirmar e lemos, mas um número inferior. Pessoalmente sabemos o porquê, pois conhecemos como (distorcidamente) se chegou a estes valores. O que não sabemos é como é que se explicará (oficialmente) que Portugal não recebe assim tantos turistas quanto andou durante anos a ser propagandeado.

Não poderíamos concluir este percurso pelo ano que está a começar sem aqui deixar uma nota final, que coincide com a última parte de 2017 e que já antecipa o que acontecerá no primeiro trimestre de 2018, relacionada com o facto de irmos ter três actos eleitorais, em outras tantas e importantes estruturas associativas empresariais do turismo, que irão ser determinantes. Referimo-nos concretamente às eleições na APAVT – Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo, no final de 2017,às na AHRESP – Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal, no início de 2018 e, também, à forma e em que medida as mesmas poderão vir a condicionar, ou não, as eleições na CTP – Confederação do Turismo Português, que terão lugar no início do próximo ano.

 

Como no passado dia 7 de Janeiro o “iTurismo” completou 3 anos, não podíamos terminar este comentário sem expressar um sincero e sentido agradecimento aos nossos leitores, pela sua fidelidade e participação, afinal os grandes estímulos e o maior dos incentivos para que, semana após semana, possamos ter o privilégio de aqui analisarmos o que de mais importante se passa no Turismo, tanto no Mundo, como em Portugal. Bem hajam todos!