Julho foi mês positivo na hotelaria de Lisboa

A hotelaria lisboeta registou, em Julho, resultados globalmente positivos, apresentando crescimentos em todos os indicadores face a Julho de 2012. Na ocupação, a subida foi de 1,6%, enquanto no preço médio atingiu os 7,3% e os 9% no revPar, de acordo com os mais recentes dados do Observatório do Turismo de Lisboa. Apesar da subida global de 1,6%, que elevou a taxa global de ocupação para os 72,90%, foi neste indicador que se registaram maiores oscilações, com os três estrelas a apresentarem a maior descida (-6,3%), mantendo, ainda assim, a taxa mais elevada entre todas as categorias de hotéis, num total de 79,58%. Já os quatro estrelas subiram a ocupação em 7,1%, para 78,02%, enquanto nos cinco estrelas houve uma descida de 0,4%, para 59,15%. No acumulado de Janeiro a Julho, o resultado é igualmente positivo, com a taxa de ocupação global a fixar-se nos 64,93%, subida de 2,3%, com a única descida a pertencer, mais uma vez, aos três estrelas, que apresentam uma taxa de 68,83%, o que se traduz numa descida de 2,3%. Os quatro estrelas, por sua vez, subiram 5,5% na ocupação, para 68,94%, enquanto os cinco estrelas registaram um crescimento de 1,5%, para uma taxa de 54,98%. Plenamente positivos são os resultados relativamente ao preço médio por quarto vendido, indicador que subiu 7,3% na globalidade dos hotéis em Julho, fixando-se nos 71,20 euros, com destaque para os cinco estrelas, onde o preço médio subiu 6,7%, para 117,60 euros. Os três estrelas, por sua vez, cresceram 1,2% no preço médio, para 49,56 euros, enquanto nos quatro estrelas a subida foi de 4,4%, para 59,85 euros. E também no acumulado do ano os resultados relativamente ao preço médio são positivos, com a subida global a situar-se nos 5,2%, para 75,51 euros. Por categorias, o destaque vai agora para os três estrelas, que revelam a maior subida (5,7%), para 50,81 euros, seguindo-se os quatro estrelas com um acréscimo de 2,5%, para 63,29 euros, enquanto nos cinco estrelas o crescimento é de 1,2%, para 123,86 euros. No revPar, a situação é idêntica e igualmente animadora, sendo que, em Julho, foi registada uma subida de 9% neste indicador, que passou para 51,91 euros, registando-se descida apenas nos três estrelas, que caíram 5,1% no revPar, para 39,44 euros. Nos quatro estrelas a subida chega mesmo a dois dígitos, como revPar a crescer 11,8%, para 46,69 euros, enquanto os cinco estrelas tiveram um acréscimo de 6,2% neste indicador, que passou para 69,56 euros. De Janeiro a Julho, os resultados do revPar são completamente positivos, registando-se um acréscimo global de 7,6%, para 49,03 euros, novamente com destaque para os quatro estrelas, onde a subida foi de 8,1%, para 43,63 euros, seguindo-se os três estrelas com um crescimento de 3,3%, para 34,97 euros, enquanto os cinco estrelas apresentam um acréscimo de 2,7%, para um revPar de 68,10 euros. I.M.