Manter facturação é o objectivo da Airmet para 2013

Apesar de considerar que 2013 é um ano de expectativa, Paulo Mendes, director-geral da Airmet, está confiante de que será possível, pelo menos, manter a facturação de 2012, até porque o primeiro trimestre teve sinais positivos, revelou o responsável durante a X Convenção da Airmet, que decorreu este fim-de-semana, em Monte Real. ?A nível geral na Airmet, vejo que o primeiro trimestre foi positivo. Agora, a nível de expectativas, acredito que é possível, pelo menos, manter a facturação do ano passado. Acredito que não vai haver mais quebras porque há pessoas que não viajaram e estão a sentir essa necessidade?, refere o responsável. Mesmo assim, Paulo Mendes diz que este ano é de ?expectativa?, o que é visível pelo facto de não ter existido um grande reforço de oferta mesmo com a saída da Orizonia do mercado, o que levou à redução dos lugares disponíveis para venda e ao aumento do preço médio. ?Há menos lugares para vender e é significativo. Houve também um aumento do preço médio e este ano estamos a notar que as vendas antecipadas estão muito caras em comparação com o ano anterior, há preços bastante elevados mas também estamos a ver que o cliente está a responder porque está com receio de que não haja lugares?, explica o director-geral da Airmet, considerando, no entanto, que é ?prematuro? fazer previsões. Em relação ao número de balcões, Paulo Mendes diz que a Airmet não pretende ultrapassar muito a marca dos 250 balcões, uma vez que o importante é a qualidade dos associados. ?A nossa estratégia, desde há dois anos para cá, é manter a qualidade dos nossos clientes e uma boa relação com os fornecedores. O nosso objectivo é manter a rede nos 240 ou 250 balcões, de forma a continuar a prestar um bom serviço. É fundamental prestar esse bom serviço?, disse. I.M.