Novos navios da Royal Caribbean permitiram reposicionamento da Melair no mercado

A chegada do Harmony of the Seas, este Verão, somada à do Allure, o ano passado permitiram à Melair, segundo o seu director-geral Francisco Teixeira, reentrar no mercado e voltar a ter a atenção da distribuição e do cliente final.

Em conversa com o Turisver.com, a bordo do Harmony, o mais recente navio da frota da Royal Caribbean, Francisco Teixeira fez notar que “já o ano passado, a entrada do Allure of the Seas permitiu que tivéssemos uma reentrada no mercado, com um produto distinto do resto da frota” e “voltar a ter a atenção, tanto da distribuição como do consumidor final”.

Mas com o Harmony, navio da classe Oasis que integra os maiores navios do mundo, cria-se “uma nova energia que ajuda bastante”. Prova disso, comentou, é “o volume de reservas que é muito bom, e o nível de tarifa média que este navio pratica”.

Por isso explica que “em termos de Portugal e em termos estratégicos, o facto de podermos ter um navio-bandeira com estas características, muda bastante”. Mesmo assim, o director-geral da Melair assume que há um ponto em que a estratégia se deve focar: “tornar mais simples o processo de distribuição e de compra”. Isto porque, porque, diz, “apesar do mercado português ter uma dimensão pequena, precisamos de colocar volume, precisamos de encontrar formas de lhe dar uma outra escala”.

Mesmo assim, com os seus 20 anos de conhecimento do mercado, garante que “hoje, tanto a distribuição como o mercado, estão muito mais maduros”.