Orbita Viagens: I Convenção mostrou dinâmica e união do grupo

Com 7 M€ facturados em 2015 e um crescimento de 20% em facturação e em rentabilidade, a Orbita Viagens juntou na sua I Convenção, realizada no passado fim-de-semana, as suas 17 agências. Num evento que foi também uma jornada de formação, falou-se muito do futuro e este, para a Orbita, passa por parcerias, produto próprio e crescimento.

“Dar uma nova dinâmica a todo o grupo, unir as agências Orbita e fazê-las acreditar naquilo que estamos a tentar desenvolver para elas” eram, segundo António Carvalho, um dos directores da Orbita Viagens, os objectivos desta I Convenção realizada no Hotel Santa Margarida, em Oleiros. Com o tema “O Consultor de Viagens no séc. XXI”, a Convenção que segundo Paula Gonçalves, directora da Orbita “correu muito bem”, contou com apresentações de diversos parceiros, como os operadores Soltrópico, Sonhando e iTravel, a companhia aérea Air Europa, a companhia de cruzeiros Pullmantur, os seguros RNA, entre outros.

Depois de uma Convenção que “correu lindamente”, frisou António Carvalho, há que prosseguir o trabalho e esse será desenvolvido em várias frentes. O alargamento da rede é uma delas e embora este vá ser feito lentamente porque “não queremos abrir balcões em massa”, “é possível que até ao Verão” a Orbita conte “com mais um ou dois balcões”.

Outra vertente será a aposta em “produto próprio” que passa por programas desenhados de raiz para a Orbita e adaptação de outros, sem privilegiar nenhum operador. “Não queremos dar preferência a operadores, queremos trabalhar com todos”, disse Paula Gonçalves.

Objectivo de todo o trabalho é o crescimento, sobretudo em rentabilidade. Em 2015 a facturação do grupo rondou os 7 milhões de euros, mais 20% que no ano anterior, com a rentabilidade a subir em igual proporção. Para 2016 Paula Gonçalves acredita que “vai ser um ano bom”, mas diz que “se crescermos 10% já é bom”.

Na Orbita Viagens o rent-a-car, actividade com que só trabalham com a marca Mercedes, representa em torno de 30% da facturação, com outros 30% a serem provenientes do corporate e 40% do lazer.

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