Receitas dos hotéis Vila Galé em Portugal aumentaram 13% em 2017

Em 2017, as receitas dos 21 hotéis do Grupo Vila Galé em Portugal atingiram os 106 milhões de euros, tendo ficado “13% acima do ano anterior”, revelou esta segunda-feira, 15 de Janeiro, o administrador da empresa, Gonçalo Rebelo de Almeida, durante um almoço com a imprensa no restaurante Massa Fina do Vila Galé Estoril.

O aumento registado nas receitas hoteleiras em Portugal ficou acima das perspectivas do grupo que tinha apontado para 2017 um aumento na ordem dos 7% para cerca de 100 milhões de euros. Na base do crescimento das receitas esteve o aumento dos preços, dado que a ocupação média dos hotéis subiu bastante menos, tendo ficado 2,4% acima de 2016, atingindo os cerca de 965 mil quartos ocupados.

“2017 foi um ano relativamente bom, mas sem grandes euforias”, classificou Gonçalo Rebelo de Almeida. Os resultados, afirmou, “satisfazem o grupo” principalmente porque ficam a dever-se bastante mais “à subida do preço médio do que ao crescimento da taxa de ocupação” e também à diversificação dos canais de vendas. Contas feitas, 2017 foi “um dos melhores anos” da história do grupo que este ano comemora o seu 30º aniversário.

No que se refere ao Brasil, as sete unidades Vila Galé, atingiram receitas na ordem dos 265 milhões de reais em 2017, reflectindo um aumento homólogo de 2%.

Em Portugal, o mercado interno continua a ser o mais importante para as unidades da Vila Galé, com uma quota de 40%, seguindo-se os mercados alemão, britânico  e espanhol. Quanto aos mercados que mais cresceram em 2017, Gonçalo Rebelo de Almeida referiu o brasileiro, que já é o quinto do ranking, com um aumento de 50% para 28 mil hóspedes e o dos Estados Unidos, também com uma subida homóloga de 50% para perto de 13 mil hóspedes.

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