Tráfego aéreo global com crescimento de 6,6% em Outubro

O tráfego aéreo global apresentou um crescimento de 6,6% no passado mês de Outubro, de acordo com a Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA, na sigla inglesa), que se mantém confiante quanto ao desempenho da aviação para o último trimestre do ano. De acordo com a IATA, também a capacidade colocada no mercado apresentou um crescimento de 6,5% em Outubro, enquanto o load factor se situou nos 78,9%, praticamente inalterado face a Outubro de 2012. O tráfego aéreo global volta a crescer depois do bom desempenho já registado no mês anterior, quando a subida tinha sido de 5,2%, com destaque para o tráfego internacional, que aumentou 6,9% no décimo mês do ano, com crescimentos generalizados em todas as regiões do mundo. Já a capacidade subiu 6,6% e o load factor desceu 0,2 pontos percentuais, para 78,4%. Por regiões, o destaque vai para o Médio Oriente, onde o tráfego aéreo cresceu 14% face a igual mês do ano passado, praticamente ao mesmo ritmo que a capacidade oferecida, que subiu 13,9% em Outubro, enquanto o load factor se manteve nos 75,5%. E também a América Latina apresentou uma boa performance, com um crescimento de 8,3% no tráfego aéreo internacional em Outubro, tendo a capacidade subido 4,6%, enquanto o load factor caiu 2,7 pontos percentuais, para 79,7%. Na região Ásia-Pacifico, o crescimento do tráfego aéreo internacional atingiu os 7,8% em Outubro, tendo a capacidade subido 7,1% e o load factor 0,5 pontos percentuais, para 76,4%, face a Outubro de 2012. Na Europa, a subida do tráfego internacional atingiu os 5,4%, traduzindo um aumento de 4,6% na capacidade e resultando num load factor de 81%, crescimento de 0,6 pontos percentuais face a igual mês de 2012. Já a região norte-americana apresentou uma subida de 3,6% no tráfego aéreo internacional, o que reflecte a subida de 4,6% na capacidade e se traduz num decréscimo de 0,8 pontos percentuais no load factor, que ficou nos 81,4%. África foi a região com piores resultados em Outubro mas, ainda assim, apresenta um crescimento de 3,5% no tráfego internacional, enquanto a capacidade oferecida teve um crescimento de 8,7%, o que levou a uma queda de 3,3 pontos percentuais no load factor, que se situou nos 66,1%, o mais baixo de todas as regiões. I.M.