TURIHAB institui 2016 como “ano da sustentabilidade”

A TURIHAB – Associação do Turismo de Habitação vai instituir 2016 como o Ano da Sustentabilidade e do Entendimento do Turismo de Habitação e do Turismo no Espaço Rural em Portugal, com a criação de pontes e o desenvolvimento de parcerias quer a nível nacional como a nível internacional.

De acordo com o seu Plano de Actividades, a TURIHAB irá ancorar a sua estratégia na sua experiência e na partilha de conhecimentos, na excelência e qualidade da sua oferta e na exclusividade e diferenciação das marcas Solares de Portugal e Casas no Campo.

Ao longo do ano a TURIHAB irá também incrementar parcerias e protocolos com o Turismo de Portugal, a AICEP, a Confederação do Turismo Português, a APAVT, a ANT – Associação Nacional do Turismo, as Entidades Regionais de Turismo, as Agencias Promocionais, as Câmaras Municipais e outras entidades públicas e privadas.

Cooperação com entidades e promotores do sector de animação e interpretação turística, valorização da oferta, edição de novos materiais promocionais, remodelação dos sites www.solaresdeportugal.pt e www.casasnocampo.pt e lançamento do website www.casasnocampo.pt em Janeiro e do www.solaresdeportugal.pt  em Março, são outras acções previstas para o corrente ano, a que se juntam outras ao nível da promoção, internacionalização e cooperação.

Também este ano, a TURIHAB irá organizar um fórum sobre a evolução e o posicionamento do Turismo de Habitação e Turismo no Espaço Rural em Portugal. Este fórum constituirá uma reflexão sobre o contributo dos Solares de Portugal e das Casas no Campo para a diferenciação e imagem de excelência da oferta de alojamento em Portugal; a sustentabilidade e preservação das casas  de TH e TER; a viabilização e continuidade do património familiar, a transmissão e “refuncionalização” de cada casa; o papel do anfitrião/versus novos desafios /novas oportunidades; os meios de financiamento, redução de custos de contexto do TH e TER e ainda o enquadramento legislativo adequado à nova procura e a mercados de “nicho”.