Turim Hotels vai ter mais de 1.200 novas camas até 2020

Durante o almoço de Reis (atrasado) com a imprensa, Ricardo Martins, CEO do Grupo Turim Hotels, anunciou que o grupo tem em obra seis unidades que perfazem cerca de 600 quartos e mais de 1.200 camas. Lisboa, Porto, Sintra, Coimbra e Funchal são as cidades que vão receber os novos investimentos.

O CEO do Grupo Turim Hotels confirmou para 2018 a abertura do primeiro cinco estrelas do grupo, o Turim Boulevard Hotel, na Av. da Liberdade, em Lisboa, e do quatro estrelas Turim Santa Maria Hotel, no Funchal, junto ao Mercado dos Lavradores, ambos com 100 quartos.

Ricardo Martins anunciou também que entre 2019 e 2020 o grupo irá abrir mais quatro unidades hoteleiras. Uma delas será o cinco estrelas Turim Sintra Palace Hotel, unidade igualmente com 100 quartos, localizada no centro da vila, na antiga Casa da Gandarinha.

O grupo vai também rumar ao Porto onde irá abrir um hotel de quatro estrelas, o Turim Oporto Hotel, igualmente com 100 quartos, e localizado no início da Av. dos Aliados, nas proximidades da Câmara Municipal.

O grupo prevê ainda dar este ano início à obra para construção de uma outra unidade, neste caso na cidade de Coimbra, que levará o nome de Turim Rainha Santa. A localizar na Avenida Fernão de Magalhães, esta unidade deverá ter entre 120 e 150 quartos.

No que toca a Lisboa, o empresário avançou que espera começar ainda este mês com as obras de ampliação do Turim Lisboa Hotel que passará de 56 para 156 quartos. Na capital, a Turim Hotels vai ainda ter mais um hotel. O projecto já existe, deverá em breve dar entrada na Câmara e a estimativa é que seja inaugurado em 2020, na Avenida da República, próximo ao Campo Pequeno.

Quando questionado sobre o montante que será investido nas novas unidades, Ricardo Martins não falou de verbas, preferindo dizer que “hoje nenhuma empresa hoteleira abre hotéis com um custo superior a 130 mil euros por quarto, e este já é um montante elevado”.

Actualmente com 10 hotéis em Lisboa, além de um em Azeitão e três no Algarve, o grupo alcançou em 2017, nas unidades da capital, uma taxa média de ocupação de 90%, o que, segundo Ricardo Martins, ficou 8% acima do projectado no início do ano. Já as receitas aumentaram 23%.