Vila Galé: receitas subiram 15% em Portugal em 2016

“O ano foi genericamente bom para Portugal” com 2016 a marcar “um ciclo positivo”. Tanto assim que as receitas nas unidades do grupo em Portugal aumentaram 15% face a 2015, afirmou esta terça-feira Gonçalo Rebelo de Almeida, administrador da Vila Galé, num encontro com a imprensa em que avançou boas perspectivas para 2017.

Segundo Gonçalo Rebelo de Almeida as receitas dos hotéis portugueses do grupo “crescerem sensivelmente 15% em 2016 para 93 milhões de euros” e que excluindo o impacto dos hotéis de Évora e Douro, que não estiveram abertos durante todo o ano de 2015, as receitas totais terão subido cerca de 13%, com crescimento em todos os hotéis do grupo, embora com expressões diferentes. A Madeira, segundo Gonçalo Rebelo de Almeida “esteve muito bem, demos um salto significativo” e “Coimbra surpreendeu pela positiva” ficando na linha de hotéis do grupo, nomeadamente do Algarve, que apresentaram crescimentos entre os 16 e os 18%.

Ao aumento das receitas correspondeu uma subida da ocupação “entre os 6 e os 7%” com uma taxa média anual em torno dos 63%, e os meses de Abril a Outubro a apresentarem uma média de ocupação acima dos 85%.

Crescimento foi também a palavra de ordem em todos os mercados, com bom comportamento por parte dos mercados britânico e alemão, muito embora o mercado nacional continue a ser o primeiro nos hotéis Vila Galé, com um share de 30% em número de quartos e quase 40% em número de clientes.

No ano que terminou, a Vila Galé atingiu meio milhão de hóspedes e 940 mil noites vendidas, com o objectivo para 2017 a ser o de atingir um milhão.

Para este ano, as perspectivas também são boas, no momento as reservas internacionais estão 7 a 8% acima do ano passado na mesma altura o que, ressalvou, “apenas significa uma tendência”. O Brexit para já não trouxe impactos negativos mas o administrador da Vila Galé assume que “temos que estar atentos”.

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