Aeroportos nacionais com mais 7,8% de passageiros no 2º trimestre

O aumento de 7,8% no número de passageiros verificado nos aeroportos portugueses no segundo trimestre deste ano, face ao período homólogo do ano passado, ficou acima da média de crescimento dos 46 aeroportos geridos pela Vinci em todo o mundo, que se quedou pelos 7,3%.

Os 10 aeroportos portugueses da rede Vinci  no nosso país (Lisboa, Porto, Faro, Madeira e Açores) viram o número de passageiros processados no segundo trimestre deste ano aumentar 7,8% face ao mesmo período do ano passado, totalizando quase 16,45 milhões.

O crescimento foi liderado pelo Aeroporto do Porto que viu o número de passageiros aumentar 10,3% para 3,54 milhões, apesar de a liderança, em passageiros processados continuar a pertencer a Lisboa que totalizou, no segundo trimestre deste ano, quase 8,36 milhões, com uma subida homóloga de 8,5%.

No Aeroporto de Faro, o movimento de passageiros crescer 5,0% para 2,96 milhões e nos Açores o aumento foi de 9,2% para 684 mil passageiros.

O Aeroporto da Madeira foi o que menos cresceu em termos monólogos no acumulado de Abril a Junho: +0,3% para 899 mil passageiros.

Ainda no que toca a Portugal, a Vinci destaca o facto de, em Junho, a Qatar Airways ter dado início à “primeira ligação directa entre Lisboa e Doha” e de a TAP ter passado a voar para Washington DC.

Em termos gerais, durante o segundo trimestre de 2019, o número de passageiros na rede VINCI Airports aumentou 7,3% em comparação com o segundo trimestre de 2018, com um total de 66,2 milhões de passageiros movimentados em 46 aeroportos da rede. Neste period, foram verificadas “altas taxas de crescimento na maioria dos países onde a VINCI Airports opera”, refere o comunicado emitido pela empresa.

Para a empresa “estes bons resultados reflectem, em particular, a abertura de várias ligações aéreas, muitas vezes pela primeira vez, com diferentes capitais mundiais”.

Excepção aos resultados positivos foi o Brasil, onde “o fim dos voos domésticos da Avianca Brasil após declarada a falência em Dezembro de 2018 resultou num declínio pontual do número de passageiros no aeroporto de Salvador (-12,9%) no segundo trimestre”, justifica a Vinci.