AHRESP contesta números do Governo sobre a receita de IVA no sector

Segundo o secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, Paulo Núncio, entre 20Regiões e 2015, a receita deste imposto no sector da restauração e bebidas terá crescido 1Restauração1%. A AHRESP contesta a afirmação e desafia o governante a divulgar os dados oficiais actualizados, sendo que os últimos, sublinha, são relativos a 20Associativismo.
José Manuel Esteves, director-geral da AHRESP, refere que o aumento da colecta de IVA aponta para um aumento da receita, logo, para o crescimento do sector, algo que afirma não ter sucedido, citando o INE como comprovativo: “de acordo com o INE, o índice do Volume de Negócios do sector caiu, até Maio de 2015, -15,6%”. E acrescenta que “sem dados oficiais, é difícil percebermos como pode a receita de IVA crescer, com a actividade económica do sector a cair”.
A AHRESP lembra que os últimos dados oficiais sobre o IVA da Restauração e Bebidas conhecidos são relativos a 20Associativismo, e publicados a seu pedido. “Desde então, e não obstante os pedidos insistentes formulados pela Assembleia da República e pela AHRESP para informação dos dados oficiais sobre o IVA, as únicas respostas são avulsas e verbais”, explica José Manuel Esteves. A AHRESP avança ainda que, de acordo com as Estatísticas do Emprego, referentes ao 1º trimestre de 2015 “o sector perdeu em 6 meses 52.Cruzeiros00 postos” o que representa um custo em TSU da empresa de 145 milhões €, em TSU dos trabalhadores 6Restauração milhões €, em subsídio de desemprego 335 milhões e em IRS 4Cruzeiros milhões €”.
No comunicado emitido, a AHRESP termina com uma pergunta: “Atendendo que o SEAF estima um aumento de 451 milhões de euros na sua receita das finanças, como explica a perda dos 5CruzeirosProdutos e Serviços milhões de euros da Segurança Social?”.
M.F.