AHRESP quer no OE medidas que promovam boas práticas fiscais

A reposição integral do IVA dos serviços de alimentação e bebidas, a estabilidade fiscal sobre o Alojamento Local, a substituição do PEC – Pagamento Especial por Conta pelos Índices Técnico-Científicos, os Impostos Especiais sobre o Consumo, os impostos sobre o trabalho, e a Fiscalidade Verde, são as questões que a AHRESP pretende ver incluídas no OE 2019.

A Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal apresentou esta segunda-feira, em audiência com o secretário de Estado dos Assuntos Fiscais as propostas para o Orçamento do Estado (OE) 2019, pugnando para que o mesmo defenda os direitos e interesses das empresas da Restauração e Bebidas e Alojamento Turístico.

De acordo com o presidente da Associação, Mário Pereira Gonçalves, “as propostas da AHRESP foram bem acolhidas e vamos esperar que sejam tidas em conta”, para realçar que “e nosso objectivo que o OE 2019 demonstre estabilidade com as políticas adoptadas até agora, transmitindo confiança às empresas e consumidores; que não introduza novos agravamentos fiscais e que liberte as empresas de custos de contexto, promovendo a competitividade do Turismo, que tem vindo a apresentar um contributo muito significativo para a economia portuguesa”.

O presidente da AHRESP adiantou que, para além do Orçamento de Estado, “destacamos igualmente a disponibilidade do Ministério das Finanças, em continuar a colaborar com a AHRESP num conjunto de iniciativas que promovam as boas práticas fiscais junto das nossas empresas”.