Paulo Mendes, director-geral da Airmet, afirmou aos jornalistas após a realização da XVII Convenção que terminou domingo em Espinho, que esta esteve ao nível das melhores já realizadas pela empresa. O responsável adiantou também que a Airmet registou uma facturação de 221 milhões de euros em 2019 e que quer continuar a crescer em 2020.
A XVII Convenção Anual da Airmet, que se realizou no Hotel Solverde, em Espinho, de 28 de Fevereiro a 1 de Março, juntou 312 participantes, dos quais 210 eram agentes de viagens, e, segundo Paulo Mendes, decorreu num “espírito positivo” muito por conta “de um ciclo económico bom na área da distribuição que tem tido crescimentos interessantes”.
No caso da Airmet, adiantou Paulo Mendes, o ano de 2019 trouxe consigo um “crescimento de 10% ao nível da facturação, correspondendo a um total de 221 milhões de euros”. Precisou também que, tendo por base uma “estratégia muito bem definida”, a rede cresceu igualmente em termos do número de postos de venda ao longo do ano passado. “Ao nível de pontos de venda crescemos 5%”, contando actualmente, com 300 balcões.
Por se tratar de uma rede generalista, os destinos mais vendidos pela Airmet ao longo do ano passado estiveram muito relacionados com a oferta charter colocada no mercado, até porque o lazer continua a pesar mais e 50% nas vendas da rede.
“Continuar a crescer” foi o objectivo que a Airmet traçou para 2020 e isso estava a ser possível no início do ano, quando as vendas antecipadas reflectiam um aumento de 20% face ao mesmo período do ano passado. Agora, com a evolução do coronavírus, tudo está em aberto e Paulo Mendes, apesar de confessar que continua optimista, assume que no momento “temos que colocar a possibilidade de não ser um ano bom”. Apesar disso, considera que o mais importante para ultrapassar este momento de incerteza passa por “transmitir confiança ao cliente”.
*Leia mais na próxima edição da revista Turisver


