Figueira da Foz prepara-se para promover praias
por F.R. Em Bloco 3 RegiõesNa base da campanha de promoção vai estar a dimensão dos areais das praias da Figueira da Foz, de que faz parte o maior areal urbano da Europa.
Na base da campanha de promoção vai estar a dimensão dos areais das praias da Figueira da Foz, de que faz parte o maior areal urbano da Europa.
A secretária de Estado do Turismo defendeu esta segunda-feira que os Estados-Membros da União Europeia, a Comissão Europeia e outras instituições da U.E. devem traçar um plano conjunto e ambicioso para a recuperação do sector a nível europeu num “espírito de inabalável solidariedade” para mitigar as consequências da pandemia COVID-19.
O impacto da pandemia no outgoing é grande e as quebras avolumam-se e o futuro mais imediato não traz perspectivas risonhas, devido à incerteza da abertura de fronteiras e do transporte aéreo, pelo que as vendas irão privilegiar o Destino Portugal. Apesar da perspectiva negativa sobre os tempos de pandemia, Carlos Baptista, administrador da Bestravel, acredita que no pós-Covid-19, a retoma pode ser acelerada.
A avaliação foi feita por um estudo da Oxford Economics, segundo o qual apenas França e Itália terão uma quebra superior no número de turistas estrangeiros, o que coloca Portugal entre os países europeus em que o turismo é mais afectado pela pandemia.
O mundo da segurança sanitária não é estranho às companhias de cruzeiros que sempre se preocuparam com este aspecto e têm protocolos de higiene a bordo, mas isso não significa que não haja novas medidas a tomar e, acima de tudo, que os cruzeiros não tenham que voltar a ganhar a confiança dos consumidores no pós-pandemia, uma tarefa em que os agentes de viagens têm um importante papel a desempenhar, como diz Francisco Teixeira, da Melair.
Face à “incerteza radical” provocada por um fenómeno com tanto de desconhecido como de inesperado, faltam respostas sobre qual vai ser a solução de cura para as agências de viagens. Para o presidente da APAVT é certo que as pessoas vão voltar a querer viajar e o sector vai recuperar mas precisará de tempo e de apoios para o conseguir. Acredita também que, a prazo, o “antigo normal” regressará, pelo que as agências devem manter a relação com o cliente.
Dentro do turismo, o sector da distribuição é dos mais afectados pela pandemia. Com as fronteiras fechadas e a aviação parada, incoming, outgoing, viagens de lazer e de negócios bem como os eventos, entraram em pausa. Sem soluções de cura à vista nem timings definidos, acredita-se que as viagens vão regressar à vida de todos nós, mas até lá há um difícil, e provavelmente longo, caminho a trilhar.
O Grupo GEA adoptou a comunicação online para estar em contacto com a sua rede de agências, privilegiando os webminars e as conferências online. A próxima conferência está marcada para dia 29, com o presidente da APAVT.
A informação foi avançada esta quinta-feira pela secretária de Estado do Turismo durante uma videoconferência organizada pela Deloitte. De acordo com Rita Marques, a linha de microcrédito gerida pelo Turismo de Portugal recebeu, até ao momento, 4.700 candidaturas.
Pedro Costa Ferreira (APAVT), Frédéric Frère (TravelStore), Carlos Baptista (Bestravel), Francisco Teixeira (Melair) João Moita (CITUR) e Markus Zahn (Olimar) analisam, esta sexta-feira, a partir das 15h00, o presente e o futuro da distribuição turística em mais uma edição das Tourism Talks da agência de comunicação Message in a Bottle. O Turisver.com é media sponsor desta edição.
