Estudo Mercer: Lisboa caiu 51 posições no ranking das cidades mais caras do mundo

Segundo o estudo global sobre o custo de vida 2015 da Mercer, Lisboa passou do Cruzeiros4º lugar em 2014, para o 145º lugar este ano, tendo descido 51 posições no ranking das mais caras cidades do mundo.
Face a esta descida, o estudo conclui que “neste momento, Lisboa é das cidades menos dispendiosas para os expatriados”. A propósito, Tiago Borges, responsável de Estudos de Mercado na Mercer Ibéria comenta que a descida de Lisboa “deve-se à depreciação do Euro face a outras divisas globais, bem como à ainda tímida recuperação nos preços do imobiliário e a uma inflação historicamente baixa, que tem mantido os preços dos bens e serviços a um nível comparativamente mais baixo do que em outras localizações”.
De acordo com o estudo a cidade mais cara do mundo continua a ser Luanda que ocupa o primeiro lugar deste ranking pela terceira vez consecutiva. “Embora seja reconhecida como uma cidade relativamente barata para os residentes habituais, o custo dos bens importados e as condições de vida exigidas pela generalidade dos colaboradores expatriados, levam a um aumento significativo do custo de vida desta cidade”, explica o estudo.
Seguem-se, por ordem, as cidades de Hong-Kong, Zurique, Singapura e Genebra. O top Destinos é ainda constituído por Xangai, Pequim, Seul, Berna e N’Djamena (Chade).
Já as cidades menos caras do mundo para expatriados, de acordo com o estudo da Mercer, são Bisqueque (Quirguistão) em 20Produtos e Serviçosº lugar, Windhoek (Namíbia) em 206º e Carachi (Paquistão) em 205º.
O estudo inclui 20Produtos e Serviços cidades nos cinco continentes e mede o custo comparativo de mais de 200 artigos em cada local, incluindo habitação, transportes, comida, roupa, bens de uso doméstico e entretenimento.
M.F.