Hotel Palácio do Governador já foi inaugurado

Hotel de charme, de cinco estrelas, o Palácio do Governador, antiga residência do Governador da Torre de Belém, convertido em unidade hoteleira pelo Grupo NAU Hotels & Resorts, foi inaugurado a 30 de Junho, pelo presidente da Câmara de Lisboa, Fernando Medina.

Anfitrião da festa, Pedro Almeida, presidente do Conselho de Administração do Grupo NAU, deu conta do espírito de felicidade do grupo no dia da inauguração oficial do Palácio do Governador: “A assinatura da nossa marca, Leading Guests Happiness, poderia aplicar-se plenamente hoje ao nosso estado de espírito. Estamos verdadeiramente felizes. Liderámos um projecto que foi concretizado com sucesso e que há muito se arrastava”, afirmou.

O responsável lembrou que o hotel nasceu “da recuperação de um edificado de nobre recorte arquitectónico mas muito desgastado e esquecido da sua história”, a que o grupo somou “a requalificação da envolvente, a aproximação à icónica Torre de Belém e a ligação aos Descobrimentos e à Companhia das Índias”, colocando todo este conjunto, afirmou, à disposição da “fruição da comunidade local e do turismo”.

A cerimónia de inauguração contou com a presença de muitos empresários da hotelaria, entre os quais o presidente da AHP, responsáveis de entidades associativas e entidades locais, e muitas figuras do turismo e da sociedade.

Na inauguração do Palácio do Governador, o presidente da Câmara de Lisboa considerou “extraordinário trabalho de recuperação” que foi feito, afirmando que a unidade hoteleira “é o símbolo daquilo que justifica o sucesso que Lisboa está a passar no mercado do turismo e daquilo que são as âncoras do futuro do turismo da cidade”.

“O que tem acontecido nos últimos ano na cidade de Lisboa por via do investimento público, mas principalmente do investimento privado, é a capacidade de criarmos elementos de autenticidade, distintivos, e que valorizam a nossa oferta turística”, afirmou o autarca, para considerar que o hotel que estava a ser inaugurado é a “prova” de que o sector interioriza que a criação de valor está no aproveitamento que se faz daquilo que nos distingue e perpetua.