Ministro da Economia: “Turismo não pode assentar na improvisação”

Na sessão em que foi apresentada a nova estratégia de desenvolvimento da rede escolar do Turismo de Portugal, Manuel Caldeira Cabral reafirmou a aposta do governo na formação turística porque, afirmou, “o turismo, com a qualidade que tem em Portugal, e com a qualidade que queremos que continue a ter, não pode assentar na improvisação”.

O ministro da Economia, que falava durante a sessão de apresentação da nova estratégia de desenvolvimento da rede escolar do Turismo de Portugal, teceu duras críticas ao governo anterior que desinvestiu na formação turística: “Nos últimos anos, as escolas foram alvo de desinvestimento, de desaposta, foram alvo de downsizing e de esquecimento”, disse, acrescentando que “algumas escolas de turismo estavam na lista de instituições para fechar, na lista de cortes”.

Porque “não compreendemos como é que um sector que está a crescer e está a ter sucesso, um sector que quer ter mais qualidade, não aposta na formação. Como é que um sector e escolas de onde 85% das pessoas saem com emprego é a área em que se está a desinvestir?”, o governante garantiu ser “essa a política que estamos a inverter”,

Para Manuel Caldeira Cabral, a alternativa à improvisação é a formação, e é nela, garantiu, que o governo vai apostar em força ao longo dos próximos quatro anos, renovando os curricula, incentivando o empreendedorismo, dando aos formandos mais e melhores ferramentas para o poderem fazer, apostando também na tecnologia e, claro, investindo e financiando.

Estas medidas, disse, “não irão melhorar ao sector amanhã” mas irão, certamente, “melhorar o turismo na próxima década”.

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