Receitas dos hotéis Vila Galé em Portugal aumentaram 18% em 2015

O ano de 2015 foi de crescimento para a Vila Galé em Portugal. No ano em que abriu duas novas unidades, Évora e Douro, as receitas do Grupo ascenderam as 81,4 milhões de euros, que se comparam aos 68,6 milhões alcançados em 2014 representando um crescimento de 18%. Os números foram avançados por Gonçalo Rebelo de Almeida, administrador da Vila Galé, num almoço com a imprensa.

Mesmo sem incluir as receitas originadas pelas unidades de Évora e do Douro, abertas o ano passado, as receitas do Grupo Vila Galé ascenderam em 2015 a 78,7 milhões de euros. Se incluindo estes dois hotéis o crescimento, ao nível das receitas, alcançou os 18% face a 2014, mesmo sem contabilizar estas unidades o grupo registou um crescimento homólogo de 15% nas receitas. Números que levaram Gonçalo Rebelo de Almeida, administrador do grupo, a considerar que “2015 foi um dos bons anos para a Vila Galé”, um ano que “superou 2014” que já tinha sido positivo para a cadeia hoteleira.

O crescimento das receitas, em termos percentuais, foi bastante superior ao registado na ocupação que, sem contabilizar os dois hotéis abertos em 2015, apresentou um aumento de 5% face ao ano anterior, com 833 mil quartos ocupados (861 mil com os hotéis de Évora e Douro).

O aumento sublinhou Gonçalo Rebelo de Almeida, abrangeu todas as unidades do grupo em Portugal. Quanto aos novos hotéis o “Vila Galé Évora teve um comportamento muito bom e vai ser uma aposta ganha”. Quando ao Vila Galé Douro, que considerou ter sido “uma oportunidade de negócio”, avançou com uma curiosidade “foi o primeiro dos nossos hotéis a encher para o réveillon, e o de Évora o segundo”.

Nos mercados internacionais o crescimento foi uma constante (à excepção do mercado russo) tendo, no seu todo, subido 13% face a 2014. À cabeça continuam os mercados tradicionais, como o inglês e o alemão que continuam a ocupar o topo da tabela, tendo a surpresa residido no mercado francês que “descobriu” Portugal e “está a assumir-se como um dos principais mercados”.

A descer em importância esteve o mercado nacional, que representou 32% dos quartos ocupados, quando em 2014 tinha representado 36%, o que revelou uma quebra de 2%. Apesar disso, o número de hóspedes portugueses foi semelhante, ou seja, em termos do mercado interno “o que diminuiu foi a estada média”. O facto de os portugueses reservarem em cima da hora e por isso nem sempre haver disponibilidade nos hotéis foi uma das explicações avançadas por Gonçalo Rebelo de Almeida para a quebra sentida no peso do mercado nacional.