Remodelação em hotelaria: O cliente é quem manda

Remodelar um hotel acarreta um sem número de desafios, mas os objectivos são sempre os mesmos: Inovar para fidelizar os clientes, que são sim, esses quem mandam, e adaptar-se às novas exigências do mercado cada vez mais competitivo.

De acordo com o arquitecto Nuno Leónidas “para fidelizar os clientes e manter um hotel na crista da onda é preciso remodelar, fazer uma avaliação para entender o que mudar, de acordo com as necessidades dos clientes, mesmo que o hotel ainda não esteja decrépito”.

Por seu turno, o consultor de apoio a conceitos, Mário Stromp, realçou que “hoje a hotelaria não se faz por categorias, mas na criação de modelos e ofertas que fazem a diferença”, acrescentando que, “para ser líder de mercado a unidade tem que apostar num conceito de serviço”, pois todo o processo tem que ter por base o que o mercado quer e de forma simples”.

Na opinião de Francisco Moser, director de Operações do Grupo Altis Hotels, cadeia que acaba de fazer uma grande intervenção no Hotel Altis Grand, “nem sempre em fácil fazer uma obra desta envergadura, pois envolve custos muito elevados e um planeamento financeiro muito delicado, mas com a ajuda dos bancos e com os bons resultados operacionais que fomos garantindo ao longo do processo, ajudou a catapultar todo o investimento feito”.

Igualmente, o Memmo Baleeira, em Sagres, inovou e criou novo serviço.

Foi uma aposta ganha, segundo Rodrigo Machaz, director geral desta unidade hoteleira, porque além de oferecer maior bem-estar aos clientes, trouxe negócio e maior rentabilidade, garantindo que “se o cliente se sente bem no hotel fica mais tempo e consome mais”. Foi esta filosofia que esteve presente na hora de actualizar a unidade do Algarve.

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M.M.