Sheraton Cascais inaugurado esta quarta-feira

O Sheraton Cascais Resort, na Quinta da Marinha, o terceiro da marca da Starwood Hotels & Resorts, em Portugal, foi inaugurado esta quarta-feira, em cerimónia que contou com a secretária de Estado do Turismo, Ana Mendes Godinho.

Na ocasião o presidente da Starwood Hotels & Resorts, Europa, África e Médio Oriente, Michael Wale, referiu que a Aloft e a W, duas gamas ‘lifestyle’ da cadeia, são potenciais marcas a implementar em Lisboa, destino de classificou de “muito interessante, uma cidade muito atractiva para short breaks e fins-de-semana prolongados, que está a receber muita atenção pela sua gastronomia e pelo seu património”.

“A assinatura deste fantástico hotel sublinha a procura continuada da marca Sheraton e o cumprimento do nosso objectivo de adicionar 150 novos hotéis Sheraton mundialmente até 2020”, disse Michael Wale, para acrescentar que “estamos extremamente orgulhosos de alargar esta colaboração de 24 anos com a United Investments Portugal”, empresa que adquiriu a unidade que operava como Vilamarinha Hotel & Suites, e garante a gestão, numa parceria em acordo de franchise com a cadeia Starwood.

Com esta unidade, Michael Wale garantiu colocar Cascais no mapa global, na medida em que, com o programa de fidelização da Starwood, Cascais ficará ligada a mais de 20 milhões de pessoas em todo o mundo.

Por seu turno, Talal Al-Bahar, presidente da United Investments Portugal referiu que o grupo está ansioso “por expandir o nosso modelo de negócio e sucesso para o Sheraton Cascais Resort e reposicionar este magnífico resort ao mesmo nível, de normas e serviço de excelência que criámos no Pine Cliffs”.

Finalmente, Ana Mendes Godinho realçou, na sua breve intervenção, congratulou-se por Cascais acolher uma marca internacional consagrada.

A secretária de Estado garantiu “a criação de condições para o investimento”, considerando que “Portugal está no mapa do investimento estrangeiro”, colocando-se na sétima posição do índice do investimento imobiliário em termos europeus. Para consolidar essa posição, a governante indicou que está a trabalhar com as associações com vista à diminuição dos custos de contexto e criação de condições para o desenvolvimento dos processos de forma célere.