Star Alliance definiu metas para 2016

Reunido em Chicago, o Conselho dos CEO das companhias aéreas que integram a Star Alliance fez o balanço anual da indústria da aviação e do posicionamento competitivo da Aliança, definiu prioridades para o próximo ano e aprovou o novo modelo de conexão entre parceiros, ao abrigo do qual a rede aumentará com recurso a companhias low cost ou híbridas.

Em Chicago foi aprovado o novo modelo de conexão dos parceiros, designado “Connecting Partner Model”, ao abrigo do qual o alcance da rede vai aumentar, através de ligação a rotas servidas por companhias “low cost” ou companhias aéreas “híbridas”. A companhia sul-africana Mango será a primeira a introduzir o novo conceito durante o terceiro trimestre de 2016.

Promover a melhoria dos lounges das companhias da Aliança será também uma tendência que se manterá em 2016, a par da introdução de inovações tecnológicas adicionais.

Ponto assente para 2016 é que a expansão da rede Star Alliance vai continuar, até porque as companhias da Aliança estão empenhadas em oferecer as melhores ligações possíveis a fim de aumentar o leque de opções à disposição do cliente”, disse Mark Schwab, CEO da Star Alliance. O mesmo responsável sublinhou ainda que “é notável que, no ano passado, a oferta de mais ligações tenha sido principalmente impulsionada pelo crescimento orgânico da aliança e não devido a novas adesões”.

Como exemplo do crescimento que se prevê para 2016, foi adiantado que a United irá introduzir um novo serviço para Auckland, a Lufthansa passará a servir a cidade do Panamá, a Singapore Airlines vai lançar voos para Dusseldorf e a Scandinavian Airlines vai iniciar operações para Los Angeles.

Os CEOs assinalaram que há ainda afinamentos a serem feitos no aeroporto de Heathrow, de modo a melhorar ainda mais a experiência do cliente durante 2016, ano em que a Star Alliance vai continuar a trabalhar para garantir que a Air India possa juntar-se a outras companhias aéreas da Star Alliance no Terminal 2 daquele aeroporto.